Segundo o advogado de Elize, Luciano Santoro, ela ficou pouco tempo na atividade por conta de importunações dos clientes, que faziam perguntas sobre o ocorrido e ainda pediam para tirar fotos.
Foto: reprodução g1
Ela havia sido condenada a 19 anos e 11 meses de prisão em 2012, mas deixou a penitenciária do Tremembé, no interior de São Paulo, em 2022, após cumprir regime fechado por 10 anos.
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Em fevereiro de 2023, a empresa Maxim confirmou o cadastro de Elize no cadastro de motoristas da plataforma. Eles não exigiam 'nada consta' de antecedentes criminais para o serviço.
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Em nota, a Maxim chegou a divulgar que “ela [Elize] tem boa avaliação entre os passageiros, e não há nenhuma reclamação em seu nome”.
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No mesmo comunicado, a empresa enfatizou que o fato de Elize estar cumprindo liberdade condicional "não deve ser um impeditivo de que a mesma possa trabalhar", uma vez que o direito ao trabalho está previsto na Constituição Federal.
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O advogado de Elize contou que, antes de trabalhar como motorista de aplicativo, ela realizava trabalhos em uma fábrica de costura, como costureira.
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Os usuários do aplicativo, ao descobrirem a identidade da motorista, expuseram o cadastro dela nas redes sociais. Ela estava usando o nome de solteira: Elize Araújo Giacomini.
Foto: reprodução redes sociais
Ainda segundo os dados expostos, Elize dirigia um Honda Fit e tinha uma avaliação de 4,8 no aplicativo.
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Na época, o MPSP (Ministério Público de São Paulo) ressaltou que o "sistema de execuções penais tem como uma de suas principais características a progressividade dos regimes de cumprimento da pena" e que, por isso, "incentiva o trabalho dos sentenciados".
Foto: Reprodução do site MPSP
O órgão também enfatizou que atuar em atividades lícitas "pode evitar a reincidência criminal e proporcionar a sua harmônica reintegração social".
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A pena inteira foi de 18 anos e 9 meses pelo crime de homicídio qualificado e 1 ano, 2 meses e 1 dia, mais 11 dias multa, pela ocultação e destruição de cadáver.
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A condenação representou pouco menos da metade da pena máxima prevista que era de 33 anos de prisão – 30 por homicídio e três por ocultação.
Foto: Reprodução de TV
Elize e Marcos Matsunaga viviam num espaçoso apartamento duplex, com área de aproximadamente 500 metros quadrados, localizado na Vila Leopoldina, zona oeste de São Paulo.
Foto: Reprodução de TV
Elize foi responsável por disparar um tiro de pistola calibre 380 contra o marido, que na época era presidente da empresa Yoki.
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Posteriormente, o corpo de Marcos foi desmembrado em sete partes, as quais foram espalhadas pela região de Cotia, na Grande São Paulo, pela própria Elize.
Foto: Reprodução de internet / Arquivo Pessoal
Imagens do circuito interno do prédio foram divulgadas na época e mostravam Elize entrando no elevador com três malas. Ela deixou o local de carro e voltou sem nenhuma delas.
Foto: reprodução de TV
No decorrer do processo judicial, Elize apresentou a justificativa de ter cometido o homicídio do marido depois de ele a ameaçar com a possibilidade de internação em uma instituição psiquiátrica, com o objetivo de afastá-la da filha.
Foto: Reprodução de internet / Arquivo Pessoal
Ao deixar a cadeia, Elize chegou a afirmar que o ex-marido a teria perdoado: "Infelizmente não posso consertar o que se passou, o erro que cometi. Estou tendo uma segunda chance, infelizmente o Marcos não. Mas acredito na espiritualidade, que ele já tenha me perdoado e peço isso nas minhas orações".
Foto: reprodução tv band
O casal teve uma filha, que hoje está com 12 anos. Elize ficou proibida de ter contato com a menina, que ficou sob a guarda dos avós paternos.
Foto: Reprodução de internet / Arquivo Pessoal
O caso ganhou tanta repercussão que em 2021 ganhou uma série documental na Netflix, intitulada "Elize Matsunaga: Era Uma Vez Um Crime".
Foto: reprodução
Dividido em quatro episódios, o documentário traz, além de uma entrevista com a própria Elize, depoimentos de pessoas ligadas ao casal, advogados, cenas do julgamento e até a reconstituição do assassinato.
Foto: Divulgação Netflix
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