Inovação transforma resíduos de jabuticaba em proteção à saúde
Pesquisadores da Unicamp desenvolveram uma tecnologia que aumenta a sobrevivência de probióticos em alimentos ácidos e não lácteos ao usar casca de jabuticaba e óleo de pequi como agentes protetores.
Foto: Divulgação/Festival da Jabuticaba de Sabará
A inovação cria microesferas que funcionam como uma barreira contra acidez, açúcar e variações de temperatura, permitindo a aplicação desses microrganismos em sucos, polpas, geleias e bebidas vegetais.
Foto: Divulgação/ Prefeitura de Sabará MG
Segundo o professor Juliano Lemos Bicas, “a casca de jabuticaba e o óleo de pequi criam camadas adicionais de proteção”. A técnica aprimora uma patente anterior ao combinar alginato de cálcio, casca de jabuticaba em pó e óleo de pequi
Foto: Fabiano Bastos/Embrapa
E você sabe onde fica o maior pomar de jabuticaba do mundo? Fica na Fazenda Jabuticabal, no distrito de Nova Fátima, cidade de Hidrolândia, na região metropolitana de Goiânia. O local é aberto para visitação na temporada de jabuticabas, entre o início de setembro e meados de outubro.
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Visitar a fazenda é a chance de ter um dia de tranquilidade cercado de milhares de árvores cheias de pontinhos pretos suculentos e doces, de perder de vista.
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Alguns visitantes fazem piqueniques à sombra das jabuticabeiras, outros penduram redes e tiram uma bela soneca. Há também quem passe a manhã e tarde coletando e comendo frutos. Andar entre as árvores é como caminhar por um labirinto.
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A fazenda é uma das maiores produtoras de jabuticaba do Brasil e do mundo, com mais de 42 mil pés, sendo a única a aproveitar o fruto, transformando-o em diversos produtos industrializados, como as geleias.
Foto: Divulgação
A história da Fazenda Jabuticabal se confunde com a criação da capital. Os primeiros pés foram plantados em 1947, por Antônio, que era pedreiro e feirante, e sua esposa, Maria da Luz de Jesus, falecida em 2007.
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Com o aumento da plantação, muitas frutas eram desperdiçadas, e a família começou a industrializar o produto. Em 1999 criaram uma vinícola, também aberta para visitação.
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Ao visitar a Fazenda Jabuticabal, além da fruta propriamente dita, tirada diretamente do pé, é possível experimentar uma porção de derivados dela. Caipirinha, sorvete, doce, geleia, capuccino, cachaça e até pasta para churrasco.
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Segundo relatos da família, em 1947, após a Segunda Guerra Mundial, Antônio Batista da Silva plantou os primeiros pés de jabuticaba, naquela que seria a Fazenda Jabuticabal. A industrialização em 1999 contou com tecnologia da Universidade Federal de Goiás.
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A Vinícola Jabuticabal abre as portas para o turismo rural, disponibilizando uma excelente estrutura para quem busca o sossego da cidade grande. A jabuticaba é o fruto da jabuticabeira, árvore originária do Brasil.
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Na hora da compra é importante observar alguns detalhes como o aspecto firme, a cor brilhante e se não há rachaduras. Deve ser bem lavada em água corrente, por se tratar de uma fruta que estraga com facilidade.
Foto: Divulgação/estival da Jabuticaba de Sabará/
Existem cerca de 12 a 15 diferentes espécies de jabuticaba. A mais comum é a Sabará, grandemente produtiva e a mais apreciada. Além dessa, outras espécies muito cultivadas são a Paulista, Branca, Rajada e Ponhema.
Foto: Divulgação
Nativa da Mata Atlântica, a jabuticaba é considerada uma joia nacional. Objeto de inúmeras pesquisas, a fruta é constantemente associada à prevenção de doenças crônicas não transmissíveis.
Foto: Divulgação
Queridinha das dietas, a roxinha é famosa pelo baixo valor calórico. Em 100 g de jabuticaba crua, existem apenas 58 calorias.
Foto: Bruno.karkli/Wikipedia
Mas cuidado! O alimento é rico em fibras, e o excesso desses componentes pode gerar problemas como inchaços, gases e constipação intestinal.
Foto: Alexandre Campolina/wikipedia
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Foto: Divulgação/Festival da Jabuticaba de Sabará