Arte da tapeçaria: origem e estilos de tapetes pelo mundo

A tapeçaria é uma arte milenar presente em diversas culturas ao redor do mundo. Os tapetes variam em estilo, material e técnica de fabricação, refletindo a história e as tradições de cada povo.

Foto: Robert Adam/Wikimédia Commons

De peças simples e funcionais a verdadeiras obras de arte, os tapetes desempenham papéis estéticos e práticos em muitos lares. Seu valor pode estar na complexidade dos padrões, na qualidade dos materiais ou na fama de sua origem.

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A origem da tapeçaria remonta a civilizações antigas como a persa, a egípcia e a chinesa. Registros indicam que tapetes eram usados há mais de dois mil anos para decoração, isolamento térmico e até como símbolos de status.

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O tapete Pazyryk, encontrado congelado na Sibéria e datado do século V a.C., é considerado o mais antigo do mundo. Com o tempo, a técnica se expandiu para a Europa e outras regiões, ganhando características próprias em cada cultura.

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Os tapetes podem ser classificados em vários tipos, como persas, kilims, shaggy, arraiolos e industriais. Geralmente, os tapetes são feitos de lã, algodão, seda e fibras sintéticas. A lã é muito utilizada por sua resistência e maciez, sendo comum em tapetes na Ásia.

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A seda confere um brilho refinado, tornando os tapetes luxuosos e delicados. O algodão é versátil, usado tanto em tapetes simples quanto em combinações com outros materiais. As fibras sintéticas, como nylon e poliéster, garantem durabilidade e fácil manutenção, sendo populares na indústria moderna.

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