Tubarões 'enlouquecidos' cercam barco atrás de peixes
Relembre esse inusitado caso que ocorreu nos EUA
Foto: Reprodução de vídeo Redes Sociais Dillon May
O episódio ocorreu perto da costa de Venice, na Louisiana (EUA).
Foto: U.S. Coast Guard Eighth District External Affairs wikimedia commons
Foram momentos de medo para o grupo comandado por Dillon May.
Foto: Reprodução de vídeo Redes Sociais Dillon May
"Vimos que eram tubarões atrás de uma isca. Nunca tínhamos visto nada parecido", disse Dillon ao NY Post.
Foto: Reprodução de vídeo Redes Sociais Dillon May
Os tubarões batiam freneticamente na embarcação, loucos atrás dos peixes. Apesar da tensão e do risco, ninguém ficou ferido.
Foto: Reprodução de vídeo Redes Sociais Dillon May
Tubarões estão entre os animais que causam maior temor em ambiente marítimo. São predadores vorazes e astutos.
Foto: Imagem de PIRO por Pixabay
No Brasil, também existe preocupação com risco de ataques. Veja só.
Foto: Olga Ernst wikimedia commons
O primeiro grande levantamento global de ataques de tubarões apontou em setembro de 2022 quantos casos ocorreram desde 1580 no mundo.
Foto: wirestock por freepik
Os dados foram apurados pelo Florida Museum, uma instituição de pesquisa americana especializada em Ciência Natural.
Foto: Todd Van Hoosear wikimedia commons
Os Estados Unidos, de longe, ocupam a primeira posição no número de ataques de tubarões a banhistas: 1.564 casos.
Foto: Imagem de Damon Warren por Pixabay
Em segundo lugar aparece a Austrália, na Oceania, com 682 ataques de tubarões.
Foto: Kerrie Brailsford wikimedia commons
Em terceiro está o litoral da África do Sul, com 258 casos registrados.
Foto: Bgabel wikimedia commons
O Brasil ocupa um preocupante quarto lugar, com 110 casos. Em sua grande maioria, as ocorrências foram no litoral pernambucano: 61 ataques.
Foto: C.A.Muller wikimedia commons
Em quinto lugar está a Nova Zelândia, na Oceania, com 56 ataques de tubarões registrados oficialmente.
Foto: Follash wikimedia commons
Nos últimos anos, não houve registro de casos fatais, mas 24 pessoas morreram entre 1992 e 2013 no litoral pernambucano.
Foto: A.Duarte wikimedia commons
As vítimas foram atacadas por tubarões-cabeça-chata e tubarões-tigre - que, curiosamente, não são predominantes na região. Essas espécies seguem grandes embarcações. E a pesca de arrasto descarta cardumes de peixes, que atraem os tubarões.
Foto: Albert Kok - wikimedia commons
A preocupação é tão grande que na Praia de Boa Viagem, no Recife, as placas alertam: “Perigo: animais marinhos”.
Foto: Nicholas Bittencourt FlickR wikimedia commons
A construção do Porto de Suape (foto), a partir de 1978, é apontada por muitos como um dos fatores para o aumento de tubarões em Pernambuco. As leis ambientais eram frouxas e a terraplenagem interrompeu o fluxo de rios.
Foto: Complexo Industrial Portuário de Suape - wikimedia commons
Uma brecha foi aberta nos arrecifes para dar acesso às embarcações, a salinidade foi alterada e berçários naturais destruídos, forçando os tubarões a se deslocarem para o estuário do Rio Jaboatão e as praias do Recife.
Foto: Daniela Nader/ Divulgação. wikimedia commons
O litoral Paulista também registrou ataques de tubarões. Foram 15 casos desde 1931.
Foto: Deyves Martins wikimedia commons
Curiosamente, dois deles ocorreram num intervalo de apenas 11 dias do mês de novembro de 2021, no litoral de Ubatuba, cidade conhecida pelas belas praias.
Foto: Deyves Martins wikimedia commons
No dia 3/11, um turista francês foi atacado por um tubarão na Praia de Lamberto.
Foto: Helen Campos wikimedia commons
No dia 14/11, uma idosa de 79 anos foi atacada por um tubarão na Praia Grande.
Foto: Deyves Martins wikimedia commons
Mas novos casos já vão se juntando ao levantamento de setembro. O mais recente é o do surfista André Luz Gomes, atacado por um tubarão em Olinda, Pernambuco,
Foto: Reprodução/WhatsApp
Nós mostramos essa história nessa galeria do Flipar (copie e cole): https://www.flipar.com.br/estilodevida/surfista-e-atacado-por-tubarao-e-passa-por-cirurgia-entenda/
Foto: Reprodução/WhatsApp
Tubarões geralmente são vistos à distância no mar e em águas mais profundas. Apesar disso, algumas espécies ficam mais perto da costa para caça ou reprodução
Foto: Amad44 - wikimedia commons
Geralmente, os tubarões atacam por confundir o ser humano com algum peixe durante a caça; ou por ter o território invadido, principalmente em dias de praias mais cheias.
Foto: Imagem de Pexels por Pixabay
Os tubarões sempre provocaram pânico, registrados em desenhos da Idade Média e em relatos de aventureiros de antigas embarcações.
Foto: autor desconhecido - domínio público
O medo de tubarão é tão presente no imaginário popular que um dos maiores clássicos do cinema de terror, assinado por Steven Spielberg, é "Tubarão", lançado em 1975 e que mostra um fictício ataque da fera numa praia americana.
Foto: Divulgação
O empresário carioca João Pedro Portinari Leão, sobrinho-neto do pintor Candido Portinari, foi atacado por um tubarão-branco em Búzios, no Rio de Janeiro, enquanto praticava windsurf, em 1997.
Foto: divulgação
No livro 'A Isca', ele falou de sua experiência: e alertou que a cautela deve ser permanente “Minha familiaridade com a água me fez ser atacado, porque eu, de certa forma, estava perdendo o respeito pelo mar”.
Foto: divulgação
Veja agora algumas orientações para evitar atrair tubarões.
Foto: wiresotck por freepik
Não entre no mar no fim da tarde ou no amanhecer, quando a claridade é fraca. Prefira horários de luminosidade intensa.
Foto: wiresotck por freepik
Não entre no mar com ferimentos, principalmente que possam sangrar. O sangue é um forte atrativo para tubarões.
Foto: shayne por freepik
Não faça xixi no mar. Os tubarões têm ótimo olfato e são atraídos por fluidos humanos.
Foto: pixabay
Não se aproxime de atividade de vida marinha, como um aglomerado de peixes ou aves se alimentando. Isso é sinal de caça.
Foto:
Não use objetos brilhantes, que façam reflexo na água, ou pois os tubarões podem achar que é escama de peixe e atacar.
Foto: Imagem de Luisella Planeta LOVE PEACE por Pixabay
Nunca entre no mar sozinho. Procure sempre estar com outras pessoas.
Foto: Imagem de Ron Porter por Pixabay
Caso você perceba algum sinal de tubarão ou suspeite da sua presença na água, saia sem fazer movimentos bruscos.
Foto: Imagem de alon por Pixabay
Sabemos que é difícil mas...não entre em pânico! Não grite.
Foto: Imagem de Thomas por Pixabay
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Foto: Reprodução de vídeo Redes Sociais Dillon May