Degelo na Antártida causa preocupação mundial

Uma das preocupações em relação ao meio ambiente é com o degelo na Antártida (ou Antárctica), que bateu recorde em fevereiro deste ano. O FLIPAR mostrou e republica para quem não viu.

Foto: Siggy Nowak por Pixabay

De acordo com o Centro Nacional de Dados de Gelo e Neve, a área de gelo ficou 34% abaixo da média. O derretimento do gelo pode elevar o nível de oceanos, tornando-se uma ameaça mundial.

Foto: NASA ICE - Wikimédia Commons

A Antártida é um locais mais incríveis do planeta. O Planalto Antártico Leste é considerado o lugar mais frio do mundo.

Foto: Imagem de ilangr por Pixabay

Na Antártida foi registrada a menor temperatura da história, a partir de uma base terrestre: - 89,2 °C em 21 de julho de 1983.

Foto: Imagem de Erika🙃 por Pixabay

O registro foi na Estação Vostok, uma base científica russa. No entanto, também houve registro de - 93,2ºC, em agosto de 2010, mas feito por satélites de sensoriamento remoto.

Foto: Imagem de David Mark por Pixabay

Além de continente mais frio do mundo, a Antártida também é o mais seco. As chuvas são tão raras que o continente é conhecido como "deserto polar". A Antártida rodeia o Polo Sul.

Foto: Imagem de zhrenming por Pixabay

O local é também o que tem os ventos mais fortes e frios do mundo. Já foram registrados ventos com mais de 320 km/h, ou seja, mais intensos do que um furacão.

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A Antártida é o segundo menor continente do mundo, com 14 000 000 km². Ela é maior apenas do que a Oceania, que tem  9 008 458 km². 

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A Antártida não tem habitantes nativos. Tem apenas pesquisadores que se estabelecem no local para estudos sobre o meio ambiente e a fauna.

Foto: Eli Duke - Flickr

São pesquisadores de diversas origens. Entre elas, Estados Unidos, África do Sul, Polônia, Austrália, Nova Zelândia, Argentina, China, Rússia e Brasil.

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Os cientistas estudam a vida no local, além da geografia e do clima. O continente é considerado o ideal, inclusive, para estudar Astronomia. Afinal, quase não há chuva e não existe poluição ou avião no céu.

Foto: Imagem de Siggy Nowak por Pixabay

O turismo na Antártida vem crescendo devido à curiosidade sobre o continente gelado e o avanço da tecnologia. Empresas de navios fazem pacotes para cruzeiros até lá.

Foto: Imagem de Sybille H. por Pixabay

Afinal, o navio é a maneira possível de ver a Antártida tendo onde ficar, já que, fora da embarcação, não há hospedagem para visitantes.

Foto: Eli Duke

O principal acesso é pela cidade argentina de Ushuaia, capital da província da Terra do Fogo, Antártida e Ilhas do Atlântico Sul..

Foto: Reprodução do site cnnbrasil.com.br/internacional

Ushuaia é a cidade mais austral do mundo, ou seja, mais ao Sul. Ainda assim, são cerca de 1.000 km da Antártida.

Foto: Horacio_Fernandez wikimedia commons

Na Antártida, existe pesca, de certa forma valorizada, afinal, os peixes não sofrem com mares poluídos e há espécies mais exóticas. O peixe-gelo (tem esse nome por conta da cor e não da temperatura), é muito comum no continente.

Foto: Imagem de David Mark por Pixabay

Não tem como falar da Antártida sem falar dos pinguins. São aves, mas muito adaptadas à vida aquática.

Foto: falco pixabay

Além dos pinguins, o continente também é rico em albatrozes, petréis, lulas, baleias, focas e krill, um pequeno crustáceo que se assemelha ao camarão e serve de alimentação para quase todos os outros animais citados.

Foto: ShareAlike - Wikimedia Commons

A Antártida também tem muitos invertebrados como esponjas do mar, águas-viva, estrelas-do-mar, anêmonas, ouriços-do-mar, entre outros. Também há muita merluza-negra, uma espécie de peixe, mas proibida para a pesca.

Foto: Imagem de Siggy Nowak por Pixabay

Curiosamente, não há ursos polares na Antártida, embora muitas pessoas façam confusão sobre isso. Este animal vive no Círculo Polar Ártico.

Foto: Steve Amstrup • Public domain

No verão de 2020, a Antártida chegou a registrar 20ºC, o maior até hoje. Isso é um efeito atribuído ao aquecimento global. O Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas afirma que a Antártida está derretendo numa velocidade seis vezes maior do que há 40 anos.

Foto: Imagem de Sarah N por Pixabay

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Foto: Siggy Nowak por Pixabay