Tragédia do Titan vai virar filme: Relembre o caso

Foto: Divulgação/OceanGate Expeditions

A tragédia do submersível Titan, que implodiu e matou as 5 pessoas a bordo, vai inspirar um filme. A MindRiot Entertainment, que já havia fechado uma série documental sobre o caso, anunciou um drama com produção de E.Brian Dobbins, do sitcom Black-Ish.

Foto: Divulgação/OceanGate Expeditions

O caso, ocorrido em junho, teve repercussão mundial. E um estudo do especialista José Luís Martín para o site espanhol NIUS indicou que os 5 ocupantes perceberam que morreriam, cerca de 1 minuto antes, pois o equipamento afundou 900 metros, verticalmente, sem controle.

Foto: - Divulgação/OceanGate Expeditions

Destroços do submersível Titan foram trazidos à superfície no fim de junho de 2023. Havia fragmentos metálicos, além da parte dianteira com uma janela pela qual os cinco homens conseguiam observar o lado de fora.

Foto: reprodução cnn

Os destroços foram encontrados por um robô não tripulado americano, chamado Odysseus 6K. E levados pelo navio Horizon Arctic até um cais da Guarda Costeira canadense. O resgate foi feito pelo Conselho de Investigação Marinha (MBI), o mais alto nível de investigação da Guarda Costeira dos EUA.

Foto: wikimedia commons Cavernia

Além da estrutura do submersível, também foram encontrados restos mortais dos passageiros. Antes de serem içadas por guindastes e transportadas em caminhões, as peças foram protegidas por lonas.

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Segundo a “OceanGate”, empresa fabricante do “Titan”, o submarino podia chegar a 4 mil metros de profundidade e alcançava uma velocidade de 5,5 km/h. Ele media 6,7m de comprimento e pesava cerca de 10 toneladas.

Foto: Divulgação/OceanGate Expeditions

Especialistas também alertaram sobre a janela de visualização, que não possuía certificação para mergulhos em tais condições.

Foto: reprodução youtube

Os destroços estavam no fundo do mar, a 500 metros da proa do Titanic, e foram localizados em 22/6 após uma ampla missão de busca e resgate.

Foto: reprodução bbc brasil

O naufrágio fica quase quatro quilômetros abaixo da superfície do oceano e a mais de 640 km da costa de Terra Nova, no Canadá.

Foto: wikimedia commons קרלוס הגדול

O Titan partiu no dia 18/6 com o objetivo de alcançar os destroços do Titanic, o famoso transatlântico que naufragou em abril de 1912. Mas o submersível perdeu contato com o cargueiro “Polar Prince” cerca de 1 hora e 45 minutos depois de ser lançado ao mar.

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No dia 03/07, a CNN divulgou a última foto de pai e filho que morreram na implosão do submersivel. Shahzada Dawood, 48, e seu filho Suleman, 19, são vistos pouco antes de embarcarem em 18 /6.

Foto: Abbi Jackson/Oceangate

Além deles, havia outras 3 pessoas a bordo. Entre elas, o bilionário britânico Hamish Harding, de 59 anos.

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Ironicamente, a esposa do CEO, Wendy Rush, era descendente de um casal que morreu na tragédia do Titanic, em 1912. Inclusive, os dois foram retratados no filme de 1997.

Foto: montagem / reprodução / divulgação

Em um vídeo divulgado pelo CEO Stockton Rush, é possível ver detalhes do interior do submarino. Havia três telas — uma com as informações da navegação, outra que exibe o sonar e uma tela maior, em que imagens são exibidas para os passageiros.

Foto: reprodução youtube

O submarino também contava com a presença de Paul-Henry Nargeolet, um ex-militar da Marinha francesa. Ele era considerado o maior especialista no naufrágio doTitanic.

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O mergulho até os destroços do Titanic levaria cerca de oito horas para ir e voltar. O especialista em submarinos David Lochridge, que trabalhou para a OceanGate, chegou a alertar sobre possíveis problemas de segurança, em 2018.

Foto: reprodução

Na época, ele disse que havia falhas no casco de fibra de carbono do Titan que poderiam passar despercebidas sem testes mais rigorosos. A OceanGate demitiu Lochridge por revelar informações confidenciais.

Foto: Reprodução/OceanGate Expeditions

Em uma implosão, acontece o contrário do que aconteceria em uma explosão, ou seja, o objeto se contrai e é esmagado de fora para dentro.

Foto: reprodução tv globo

Segundo especialistas, a ação é muito rápida e tudo acontece em uma questão de milissegundos.

Foto: divulgação oceangate

No fundo do mar, quanto maior a profundidade, maior é a pressão exercida pela água. Por isso, é fundamental usar materiais que suportem tamanha pressão, o que não era o caso do Titan.

Foto: divulgação oceangate

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Foto: Divulgação/OceanGate Expeditions