Esse fenômeno é causado por explosões solares que lançam massa coronal (EMC) em direção à Terra, afetando o campo magnético do planeta, de acordo com especialistas.
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Durante uma emissão de EMC, ocorrem enormes erupções de gás ionizado a temperaturas elevadas, originadas na coroa solar.
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Quando esse gás atinge o campo magnético da Terra, pode provocar tempestades geomagnéticas, prejudicando as comunicações e as instalações elétricas.
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Segundo a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA), a previsão mais recente sugere que o ápice da atividade solar ocorrerá em 2024, um ano antes do previsto inicialmente.
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Alguns especialistas consideram que isso representa uma ameaça significativa para os seres humanos.
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Em 2020, no início do ciclo atual, a NOAA participou de um grupo com várias instituições científicas, cada uma com suas previsões.
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O ciclo solar, que geralmente dura cerca de 11 anos, passa por três fases:
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Declínio: Durante essa fase, a atividade solar diminui e então retorna ao próximo mínimo solar.
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Observar as manchas solares e suas erupções é útil para os cientistas preverem as tempestades solares com antecedência, geralmente entre dois a quatro dias antes – a depender da velocidade das partículas expelidas.
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Segundo o professor Peter Becker, da Universidade George Mason, “a Internet atingiu a maioridade numa época em que o Sol estava relativamente calmo e agora está entrando em uma época mais ativa”.
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O professor esclareceu que essa supertempestade já aconteceu uma vez, em 1859, mas tem um porém: “É a primeira vez na história da humanidade que houve uma interseção do aumento da atividade solar com a nossa dependência da internet”, disse.
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Atualmente, o professor está liderando um projeto em colaboração com o Naval Research Laboratory para desenvolver um sistema de alerta que ofereça tempo para o caso de uma tempestade solar perigosa se aproximar.
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Se nuvens de plasma atingem a Terra, o campo magnético age como uma proteção. No entanto, essa interação pode gerar um excesso de carga elétrica que vai direto para o solo.
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Caso haja necessidade, governos, empresas e instituições terão apenas alguns dias para tomar medidas e evitar um desastre tecnológico.
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O professor adverte que os sistemas de aterramento não solucionam a questão. "Conduzir correntes indutivas para a superfície da Terra pode ter um efeito oposto, resultando na possibilidade real de danificar o que originalmente estava seguro", explica.
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“Se colocar isso no contexto do auge da internet, com seus eletrônicos muito delicados, é algo que poderia fritar o sistema por um período de várias semanas a meses, em termos do tempo que levaria para reparar toda a infraestrutura”, comentou o professor.
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“Todos os interruptores eletrônicos, todos esses armários eletrônicos em todos esses prédios de escritórios. Isso tudo poderia fritar”, completou.
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De acordo com Becker, “há cerca de 10% de probabilidade de que, na próxima década, algo realmente grande aconteça e possa acabar com a internet”.
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