Belarus
Governada por Alexander Lukashenko, o “último ditador da Europa”, Belarus tem servido de porta de entrada das tropas russas ao território ucraniano (1/11)
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Venezuela
A Venezuela de Nicolás Maduro é uma aliada histórica e forte, com direito a declarações do presidente condenando “planos perversos” contra a Rússia (2/11)
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Síria
Outra aliança história de Putin é com o presidente da Síria, o ditador Bashar al-Assad. A Rússia é aliada militar do governo sírio na Guerra Civil Síria, que dura até hoje (3/11)
Foto: Reuters
Irã
As posições do Irã contra os Estados Unidos e a Otan ajudam a retórica de Vladimir Putin. Ebrahim Raisi, presidente do país, já condenou a expansão da Otan (4/11)
Foto: Reuters
Cuba
Os laços entre Cuba e Rússia são históricos e se mantém desde a Guerra Fria. O país hoje governador por Miguel Díaz-Canel afirmou serem justas as atitudes de Putin diante da a expansão da Otan na região (5/11)
Foto: Reuters
Coreia do Norte
O país comunista, considerado o mais fechado do mundo, apoiou a Rússia no conflito na medida em que considerou a “hegemônica dos EUA” como a raiz dos problemas no Leste Europeu (6/11)
Foto: KCNA
Nicarágua
Governada com mão de ferro por Daniel Ortega, o país tem se isolado e seu apoio à guerra contra a Ucrânia piora o cenário. Ortega chegou a afirmar que a Rússia está apenas “se defendendo” (7/11)
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China
A China é um dos países com postura mais ambígua sobre o conflito. O país comunista diz ser contra o conflito, mas tem mostrado alinhamento com o Kremlin. Na resolução contra a guerra da ONU, a China se absteve (8/11)
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Brasil
Enquanto o Itamaraty segue sua posição história de não alinhamento, Bolsonaro criou dúvidas ao visitar Putin antes da invasão e afirmar ser “solidário” à Rússia. O presidente brasileiro insiste em uma postura neutra, mas o Brasil votou a favor da resolução contra a guerra na ONU (9/11)
Foto: REUTERS/Adriano Machado
Aliados que condenaram
Alguns aliados de Vladimir Putin, no entanto, decidiram não apoiar o Kremlin diante de uma guerra impopular. Foi o caso de Viktor Órban, da Hungria, e do ex-presidente dos EUA Donald Trump, que considerou a invasão russa como “algo muito triste para o mundo” (10/11)
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Foto: Yara Nardi