Pinguim-de-magalhães: Espécie nativa da América do Sul está em época de reprodução

Foto: Ben Tubby FlickR wiki commons

Espécie mais comum de pinguim da América do Sul, o pinguim-de-magalhães passa entre setembro e fevereiro pelo período de reprodução, com os ninhos formados no chão ou em pequenas tocas. Saiba mais a seguir sobre essa ave marinha!

Foto: Ben Tubby FlickR wiki commons

A espécie foi batizada com esse nome por ter sido o explorador português Fernão Magalhães o primeiro a tê-la avistado, em 1520.

Foto: TXP Pixabay

O pinguim-de-magalhães vive em bandos e pode atingir a velocidade de 25 km/h quando está nadando.

Foto: Nigel Swales wiki commons

Em média, a espécie nativa da América do Sul mede 70 cm de altura e o peso varia entre 4 e 6 quilos.

Foto: falco pixabay

Os pinguins-de-magalhães jovens têm penas de coloração cinza e branca. Isso acontece porque ainda não ocorreu a chamada muda.

Foto: TXP pixabay

Já os pinguins mais velhos da espécie apresentam uma plumagem com tons de preto e branco.

Foto: Daniela Sánchez Pixabay

Os filhotes da espécie são alimentados pelos pais por aproximadamente dois meses e depois já ficam independentes.

Foto: Guglielmo Celata/Wikimedia Commons

A expectativa de vida do pinguim-de-magalhães é de 10 a 12 anos, caso não sejam abatidos por fenômenos trágicos como um ocorrido no litoral de Santa Catarina em 2022.

Foto: Brigitte Werner por Pixabay

Em agosto daquele ano, 596 pinguins morreram no litoral de Santa Catarina por causa de um ciclone extratropical

Foto: Reprodução Instagram

Dos pinguins encontrados na praia, apenas 24 estavam vivos. A contagem foi feita pela Associação R3 Animal.

Foto: Rufus46 wiki commons

De acordo com o Projeto de Monitoramento, os pinguins sofrem mais que outras aves para escapar das ondas fortes porque não voam. Por isso, acabam morrendo afogados.

Foto: divulgação

O pinguim-de-magalhães tem asas que se adaptaram para dar impulso na água. Mas, quando o mar está muito revolto, esse recurso não é suficiente.

Foto: Tim FlickR wiki commons

A Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), que monitora o clima no estado, disse que as rajadas de vento na ocasião passaram de 100 km/h.

Foto: Dimitris Vetsikas por Pixabay

No dia 29/06/2023, um pinguim-de-magalhães foi visto passeando pelas areias da Praia do Arpoador, no Rio de Janeiro. Mas, infelizmente, seu destino foi trágico.

Foto: Reprodução/Instagram Instituto Mar Urbano

A ave marinha despertou muita curiosidade, cativou banhistas e recebeu o apelido de Zé.

Foto: Reprodução/Instagram Instituto Mar Urbano

Horas depois, porém, o gracioso animal foi encontrado morto. Segundo postagem do Instituto Mar Urbano, a causa provável da morte de Zé foi a ingestão de um peixe baiacu.

Foto: Imagem de Sven Bachström por Pixabay

"Infelizmente, Zé o pinguim estava com fome e acabou caçando um baiacu, o que provavelmente o levou à morte momentos depois", diz o texto.

Foto: Reprodução/Instagram do Instituto Mar Urbano

O baiacu é uma espécie de peixe com potencial muito tóxico para outros animais marinhos.

Foto: wikimedia commons George Parrilla

O pinguim-de-magalhães aparece com certa frequência no litoral brasileiro, em especial de Santa Catarina, entre junho e setembro.

Foto: reprodução youtube

Os pinguins-de-Magalhães partem da Patagônia, no Sul da Argentina, atrás de alimento, e passam pelo litoral brasileiro. Em seu trajeto, Zé acabou tendo um fim trágico.

Foto: David - Penguin Waddle

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Foto: Ben Tubby FlickR wiki commons