Pesquisadora faz história ao chegar em profundidade 'abismal' na Fossa de Atacama
A cientista chilena Valeria Cortés fez história ao se tornar a primeira mulher a atingir 7.680 metros de profundidade na Fossa de Atacama.
Foto: Divulgação/Instituto Milenio de Oceanografía
O mergulho foi parte da expedição binacional entre Chile e China, marcando um avanço inédito na exploração do oceano profundo.
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A missão utilizou tecnologia de ponta para suportar pressões extremas, como o submersível Fendouzhe, veículo tripulado capaz de descer a mais de 11 mil metros.
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Ele possui uma esfera de proteção contra pressão, e conta com o auxílio de braços robóticos e câmeras e sensores especializados.
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A operação durou mais de dez horas, permitindo observações diretas em um ambiente de escuridão absoluta.
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A exploração abre portas para descobertas fundamentais, como a identificação de novas espécies adaptadas a condições extremas.
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Também é relevante para a geologia, proporcionando estudos de zonas de subducção e atividades sísmicas.
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Além disso, esse tipo de missão possibilita um entendimento de como a vida nas profundezas influencia os ciclos químicos globais.
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Além do avanço técnico, o feito consolida o Chile como referência em pesquisas marinhas profundas.
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O protagonismo de Valeria Cortés também é um marco de representatividade, ajudando a ampliar a visibilidade das mulheres na ciência.
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A expedição conjunta entre a Academia Chinesa de Ciências e a Universidade de Concepción teve início em janeiro.
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A expectativa é que a missão dure em torno de três meses para explorar 700 quilômetros da Fossa de Atacama a partir do navio chinês Tan Suo Yi Hao.
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A parceria é estratégica, pois oferece aos cientistas chilenos acesso a tecnologias avançadas que aceleram décadas de pesquisa em poucos meses.
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A Fossa de Atacama, entre as placas de Nazca e da América do Sul, é associada a terremotos extremos e tsunamis.
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A fossa se formou pela subducção da placa tectônica de Nazca sob a placa Sul-Americana, processo que também deu origem à Cordilheira dos Andes.
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Foram previstos 33 pontos de pesquisa e cerca de 20 mergulhos, dentro do Programa Global de Exploração Hadal da ONU.
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Toda a operação é chefiada pela pesquisadora chinesa Du Mengran, apontada pela revista Nature como uma das principais cientistas no ano de 2025.
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