Novos destroços do "Titan" podem ter restos mortais das vítimas

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A Guarda Costeira dos EUA encontrou mais partes do submarino Titan, que implodiu nas profundezas do Oceano Atlântico em junho, causando a morte de cinco pessoas a bordo. Há indícios de que podem ter restos humanos.

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Os novos destroços foram encontrados por engenheiros de segurança marítima do Conselho de Investigação Marinha da Guarda Costeira, a cerca de 500 metros do Titanic.

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Várias peças do submarino foram encontradas, como a tampa traseira de titânio, que mede 6,7 metros.

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Os prováveis restos humanos encontrados foram encaminhados para serem analisados por médicos dos EUA.

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No fim de junho, cinco pedaços do submersível já haviam sido recuperados pela Guarda Costeira dos EUA.

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Os destroços foram encontrados por um robô não tripulado americano, chamado Odysseus 6K, levado por um navio canadense.

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No início de outubro, foi confirmado que a produtora MindRiot Entertainment irá desenvolver um filme ficcional sobre a tragédia.

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“Nosso filme não apenas homenageará todos os envolvidos na tragédia do submersível e suas famílias, mas servirá como um veículo que também aborda uma preocupação mais macro sobre a natureza da mídia hoje”, afirmou Jonathan Keasey, da MindRiot.

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Segundo a CNN Brasil, o produtor cinematográfico E. Brian Dobbins, da série de TV “Black-Ish" (2014-2022), irá conduzir o projeto.

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No dia 03/07, a CNN divulgou a última foto de pai e filho que morreram na implosão do submersivel. Shahzada Dawood, 48, e seu filho Suleman, 19, são vistos pouco antes de embarcarem em 18 /6. Relembre o caso a seguir!

Foto: Abbi Jackson/Oceangate

O submersível, conhecido como “Titan”, que transportava um grupo para explorar os destroços do Titanic, desapareceu no dia 18/6.

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A Guarda Costeira dos EUA confirmou, no dia 22/6, que o submersível “Titan” implodiu matando todos os cinco tripulantes que estavam a bordo.

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No total, havia cinco pessoas a bordo do submarino, entre elas o bilionário britânico Hamish Harding, de 59 anos.

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Segundo a “OceanGate”, empresa fabricante do “Titan”, o submarino podia chegar a 4 mil metros de profundidade e alcançava uma velocidade de 5,5 km/h. Ele media 6,7m de comprimento e pesava cerca de 10 toneladas.

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O próprio CEO da empresa que realiza a expedição, Stockton Rush, estava entre os passageiros.

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A esposa do CEO, Wendy Rush, era descendente de um casal que morreu na tragédia do Titanic, em 1912. Inclusive, os dois foram retratados no filme de 1997.

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O submarino também contava com a presença de Paul-Henry Nargeolet, um ex-militar da Marinha francesa. Ele era considerado o maior especialista no naufrágio doTitanic.

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O veículo tinha capacidade para cinco passageiros: um piloto, três convidados pagantes e um especialista.

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Em um vídeo divulgado pelo CEO Stockton Rush, é possível ver detalhes do interior do submarino. Havia três telas — uma com as informações da navegação, outra que exibe o sonar e uma tela maior, em que imagens são exibidas para os passageiros.

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No vídeo, o CEO mostrou que o submarino era controlado por um "joystick" muito parecido com os usados em videogames.

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O “banheiro” improvisado era uma espécie de caixa de metal e ficava de frente para a única janela da embarcação que dava vista para o mar.

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O mergulho até os destroços do Titanic levaria cerca de oito horas para ir e voltar.

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O especialista em submarinos David Lochridge, que trabalhou para a OceanGate, chegou a alertar sobre possíveis problemas de segurança, em 2018.

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Na época, ele disse que havia falhas no casco de fibra de carbono do Titan que poderiam passar despercebidas sem testes mais rigorosos. A OceanGate demitiu Lochridge por revelar informações confidenciais.

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A capacidade de submersão do Titan era de 96 horas (4 dias). O oxigênio provavelmente teria acabado na manhã de 22/6, por volta das 7h, caso o submersível estivesse intacto.

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A perda de contato com o Polar Prince – barco que fica na superfície – ocorreu cerca de 1 hora e 45 minutos depois do mergulho em direção ao local do naufrágio.

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Após a descida ao fundo do oceano, o Titan estabelecia comunicação enviando sinais a cada 15 minutos.

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A última mensagem desse tipo foi recebida pelo Polar Prince quando o veículo já se aproximava dos destroços do Titanic, a cerca de 3.810 metros de profundidade.

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A embarcação desapareceu na região onde o Titanic afundou, situada no Atlântico Norte, a uma distância de cerca de 600 quilômetros da costa canadense.

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O Titanic afundou em sua viagem inaugural pelo Oceano Atlântico em 1912, após colidir com um iceberg. Mais de 1.500 pessoas morreram.

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Momentos antes do mergulho, a Action Aviation, empresa do bilionário Hamish Harding, publicou imagens da expedição nas redes sociais.

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O britânico era reconhecido por suas incríveis façanhas, desde explorar as profundezas mais remotas do planeta até aventurar-se no espaço, inclusive quebrando recordes na aviação.

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O empresário português Mário Ferreira escapou por pouco da tragédia. Ele chegou a comprar o passeio, mas acabou desistindo da ideia por ter tido compromissos na mesma data.

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