Nem todas as ervas são inofensivas: veja as que exigem moderação
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As ervas aromáticas e medicinais acompanham a alimentação humana há séculos, seja para realçar sabores, seja por efeitos no organismo. Elas concentram compostos naturais que são capazes de auxiliar a digestão, a circulação e o bem-estar geral.
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Além do uso culinário, muitas ervas são consumidas em chás, infusões e preparações caseiras. Essa versatilidade faz com que estejam presentes no dia a dia de quem busca uma rotina alimentar mais natural.
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No entanto, por conterem princípios ativos potentes, algumas ervas exigem moderação. O consumo excessivo ou contínuo pode provocar efeitos indesejados, especialmente quando feito sem orientação Veja algumas que exigem moderação.
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ALECRIM – O alecrim é conhecido por suas propriedades antioxidantes e estimulantes da digestão. Também é associado à melhora da circulação e da disposição mental.
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Na cozinha, é usado para temperar carnes, legumes, pães e azeites aromatizados. Em forma de chá, costuma ser consumido de maneira ocasional, principalmente após refeições mais pesadas.
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O excesso, porém, pode causar irritação gástrica e aumento da pressão arterial em pessoas sensíveis. O uso diário e prolongado não é indicado, especialmente em versões concentradas.
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SÁLVIA – A sálvia é valorizada por sua ação anti-inflamatória e por ajudar no alívio de desconfortos na garganta e na digestão. Também é usada tradicionalmente para equilibrar a transpiração excessiva.
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Seu uso culinário aparece em molhos, carnes e preparações com manteiga ou azeite. Em infusão, costuma ser utilizada por períodos curtos, como apoio em momentos específicos.
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O consumo exagerado pode causar efeitos neurológicos leves, devido à presença de compostos ativos fortes. Por isso, não deve ser ingerida diariamente por longos períodos.
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BOLDO – O boldo é uma das ervas mais populares para auxiliar o funcionamento do fígado e aliviar sensação de estufamento. Seu sabor amargo está ligado justamente aos compostos que estimulam a digestão.
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Geralmente é consumido em chá, de forma pontual, após exageros alimentares. Não costuma ser usado como tempero, mas sim como infusão funcional.
Foto: Recitadavovo.com.br Diurético, Anti-Inflamatório, Gases, Calmante,
O uso frequente ou em grandes quantidades pode sobrecarregar o fígado, causando o efeito contrário ao desejado. Por isso, o boldo deve ser visto como recurso ocasional, e não de uso contínuo.
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HORTELÃ – A hortelã é amplamente conhecida por ajudar na digestão e aliviar gases, além de ter efeito refrescante e levemente analgésico. Também é associada à sensação de bem-estar após as refeições.
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Na alimentação, aparece em chás, sucos, sobremesas e pratos salgados, além de ser usada fresca como finalização. Em infusão, costuma ser uma das ervas mais consumidas no dia a dia.
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Em excesso, porém, pode agravar quadros de refluxo e azia, pois relaxa a válvula do estômago. O consumo frequente de chá concentrado pode causar desconforto gastrointestinal.
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ERVA-DOCE – A erva-doce é tradicionalmente utilizada para aliviar cólicas, gases e desconfortos intestinais. Também é conhecida por seu efeito calmante leve.
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Pode ser usada em chás, pães, bolos e receitas doces, além de aparecer como tempero em algumas preparações. É comum seu uso após refeições ou antes de dormir.
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O consumo excessivo, especialmente em chás frequentes, pode interferir no equilíbrio hormonal, sobretudo em crianças e gestantes. Por isso, seu uso deve ser moderado.
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CANELA – A canela possui ação antioxidante e pode ajudar no controle da glicose, além de contribuir para a digestão. Seu aroma marcante também estimula o apetite e o paladar.
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É usada em pequenas quantidades em doces, bebidas quentes e pratos salgados específicos. Em infusão, costuma ser consumida de forma ocasional.
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Em excesso, pode causar irritação no fígado devido à presença de cumarina, além de provocar desconfortos gástricos. O uso frequente e em grandes quantidades não é recomendado.
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