Menor tatu do mundo, Fada Rosa volta a aparecer em Mendoza
Foto: Reprodução de vídeo
O raro pichiciego menor, conhecido como “fada rosa”, voltou a aparecer na Reserva de Biosfera Ñacuñán, na província de Mendoza, na Argentina. Considerado o menor tatu do mundo, o animal mede entre 7 e 11 centímetros e pesa cerca de 100 gramas.
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Sua carapaça rosada, combinada com pelos claros, explica o apelido curioso. De acordo com informações do governo de Mendoza, o pequeno mamífero vive quase sempre sob a terra, escavando túneis em solos arenosos e saindo principalmente à noite para se alimentar de insetos.
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Autoridades ambientais destacaram a importância do avistamento. O diretor de Biodiversidade e Ecoparque, Ignacio Haudet, afirmou que cada registro indica que o ecossistema segue funcionando. E, falando em tatus...
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Recentemente, uma equipe de pesquisadores do Projeto Tatu-Canastra, do Instituto de Conservação de Animais Silvestres (ICAS), fez uma descoberta incrível ao encontrar o maior tatu-canastra da história do Pantanal.
Foto: divulgação/ICAS
Batizado de Wolfgang, o macho pesa 36 kg e mede 160 cm. É o maior exemplar da espécie já registrado pelos pesquisadores em 14 anos. O projeto visa entender a biologia reprodutiva e fisiologia do tatu-canastra.
Foto: divulgação/ICAS
Uma vez considerado vulnerável pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), a espécie apresenta um desafio para os cientistas dada a escassez de dados sobre sua reprodução.
Foto: wikimedia commons/ Colorado State University Libraries
O tatu-canastra é extremamente raro e inacessível em cativeiro, tornando essa pesquisa crucial para garantir a preservação dessa espécie. Wolfgang passou por coleta de material genético para análise.
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Distribuídos em cerca de 20 espécies, os tatus, membros da ordem Cingulata, são mamíferos fascinantes, encontrados exclusivamente nas Américas.
Foto: wikimedia commons/Guillaume Delaitre
Os tatus são animais solitários, noturnos e escavadores, com hábitos alimentares que variam de acordo com a espécie. Em geral, eles se alimentam de insetos, vermes, pequenos vertebrados, frutos e vegetação.
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A característica mais marcante dos tatus é a sua carapaça, composta por placas ósseas unidas por faixas flexíveis de pele. Essa estrutura serve como uma eficaz proteção contra predadores, além de auxiliar na regulação da temperatura corporal.
Foto: divulgação/ICAS
A expectativa de vida deles varia com a espécie, mas pode chegar a 12 anos em cativeiro. Apesar de sua aparência pesada, muitos são excelentes nadadores. Também compensam o fato de terem uma visão precária com um olfato e uma audição aguçados.
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Uma das espécies mais conhecidas é o tatu-galinha (Dasypus novemcinctus), também chamado de tatu-de-nove-bandas, encontrado desde os Estados Unidos até a América do Sul.
Foto: wikimedia commons/Enrique González
Outra espécie notável é o tatu-bola (Tolypeutes tricinctus), que possui a habilidade única de se enrolar completamente em uma bola para se proteger de ameaças.
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O tatu-bola é encontrado principalmente no Brasil, nas regiões da Caatinga e Cerrado. Essa espécie está ameaçada de extinção devido à perda de habitat e à caça. Foi o mascote da Copa do Mundo de 2014, aliás.
Foto: Arquivo ICMBio
O tatu-canastra (Priodontes maximus) é a maior espécie de tatu, podendo chegar a 1,5 metro de comprimento e pesar até 60 kg. Ele vive em florestas tropicais da América do Sul e é considerado vulnerável à extinção.
Foto: reprodução/youtube
Os tatus desempenham um papel importante no ecossistema, principalmente por suas habilidades de escavação, que ajudam na aeração do solo e na criação de refúgios que outros animais utilizam.
Foto: Myléne/Pixabay
No entanto, muitas espécies de tatu estão ameaçadas pela caça e pela destruição de seus habitats naturais. Além de algumas culturas consumirem a carne de tatu, o avanço das fronteiras agrícolas tem reduzido seu território.
Foto: Lily Miller Unsplash
Para terminar, uma curiosidade: algumas espécies — como o tatu-galinha — dão à luz a filhotes geneticamente idênticos. Isso ocorre porque, normalmente, essa espécie gera gêmeos a partir de um único óvulo fecundado que se divide.
Foto: 민규 신 por Pixabay
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