Inverno poderá ter "Super El Niño"; entenda o que muda!
O inverno começou em 21/6 no hemisfério sul. Mas para os amantes de frio de plantão, é melhor já ir se preparando psicologicamente para não se decepcionar.
Foto: Jill Wellington por Pixabay
Acontece que a estação mais fria do ano deve ficar acompanhada de um fenômeno bem conhecido dos cientistas do clima: o El Niño. O FLIPAR mostrou e republica para quem não viu.
Foto: Gerd Altmann por Pixabay
O fenômeno, que é famoso por elevar as temperaturas no mundo todo e acontece de tempos em tempos, em 2023 pode ser ainda mais poderoso.
Foto: Enrique por Pixabay
O El Niño é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do oceano na região central e leste do Pacífico Equatorial.
Foto: Asif Masimov/Wikimedia Commons
Assim como a La Niña, o El Niño é responsável por mudanças nos padrões de transporte de umidade em várias partes do mundo. E isso afeta as chuvas, inclusive no Brasil.
Foto: Jill Wellington por Pixabay
Outra das características em comum entre o El Niño e a La Niña é que os dois fenômenos tendem a se desenvolver entre abril e junho e atingem o pico entre outubro e fevereiro.
Foto: tigerlily713 por Pixabay
Os dois fenômenos também têm a capacidade de persistir por até dois anos e podem acontecer em intervalos de 2 a 7 anos.
Foto: L.W. Unsplash
Para que um dos fenômenos se consolide, é preciso haver alteração na temperatura do Oceano Pacífico por pelo menos cinco ou seis meses seguidos.
Foto: Matt Hardy Unsplash
O El Niño costuma dificultar a entrada de frentes frias no país, fazendo com que as quedas de temperatura sejam mais sutis e mais breves.
Foto: Alex Padurariu Unsplash
Além disso, o El Niño costuma provocar um ar mais seco, o que indica períodos de secas em algumas regiões, aumentando a possiblidade de queimadas.
Foto: wikimedia commons Patrick Alexander
Na prática, o El Niño causa secas no Norte e no Nordeste do Brasil e provoca chuvas em excesso no Sul e no Sudeste.
Foto: Lina por Pixabay
Outro impacto direto provocado pelo El Niño se dá nos ecossistemas marinhos, incluindo a morte de corais e a diminuição da produtividade pesqueira em algumas regiões.
Foto: John Zook pexels
O El Niño não tem relação com o aquecimento global, já que este último representa uma mudança definitiva, ou seja, não acontece só por um período.
Foto: Divulgação/NOAA Satellites
Os especialistas já previam há algum tempo a ocorrência desse fenômeno climático, e há até mesmo a possibilidade de que ele se manifeste como um “Super El Niño”.
Foto: reprodução youtube
O anúncio oficial de que este ano terá El Niño foi dado pela cientista Emily Becker.
Foto: reprodução youtube
Segundo ela, há 56% de chance do evento ser extremo e 84% de ser moderado.
Foto: reprodução youtube nexo jornal
Para ser classificado como "Super", um fenômeno como esse precisa provocar um aquecimento ou resfriamento de 2,5°C ou mais.
Foto: Jonathan Kemper Unsplash
O nome "El Niño" significa "O Menino" em espanhol, e recebeu esse nome porque ocorre geralmente próximo ao Natal.
Foto: PublicDomainPictures por Pixabay
De acordo com a Organização Mundial Meteorológica (OMM), há uma probabilidade de 66% de a média anual de aquecimento ultrapassar 1,5°C entre 2023 e 2027.
Foto: wikimedia commons Torbjorn Toby Jorgensen
Segundo os meteorologistas, até o fim de junho, o Centro-Sul do Brasil deve manter temperaturas abaixo da média.
Foto: reprodução g1
Por outro lado, a previsão para o sudeste é de que, em agosto, a elevação da temperatura será mais alta do que o normal.
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Segundo o Climatempo, há um risco elevado de temporais entre agosto e setembro entre o oeste e sul de São Paulo, sul do Rio De Janeiro e de Minas Gerais.
Foto: wikimedia commons Gabriel Fernandes
Na região central e sul de São Paulo, sul de Minas Gerais e sul do Rio de Janeiro, é esperado um volume de chuva acima do normal durante os meses de agosto e setembro.
Foto: wikimedia commons Hudson Pontes da Silva
Acompanhe o Terra
Diariamente o Terra traz conteúdos para você se manter informado. Acesse o site e nos siga nas redes.
Foto: Jill Wellington por Pixabay