Ícone da Mangueira, a verde-e-rosa do carnaval carioca, Nelson Sargento teria 101 anos
Foto: Rosano Mauro/Wikimidia Commons
O sambista Nelson Sargento, um dos nomes mais importantes da música brasileira, teria feito 101 anos em 25 de julho de 2025. Ele marcou a Estação Primeira de Mangueira, sendo um ícone na verde e rosa do carnaval carioca.
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Nascido Nelson Mattos em 25 de julho de 1924, ele foi um renomado cantor, compositor e escritor brasileiro, conhecido por sua contribuição inestimável ao samba.
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Seu apelido de Sargento surgiu depois que ele teve de servir o Exército pelo período de quatro anos.
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Criado no Morro do Salgueiro, no Rio de Janeiro, ele se envolveu com a música desde cedo, influenciado pela rica cultura musical ao seu redor.
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Com 31 anos, Sargento compôs seu primeiro grande sucesso, a música “Primavera” (também conhecida como “As quatro estações”), que se tornou samba-enredo da Estação Primeira de Mangueira no Carnaval do RJ.
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Inclusive, Nelson Sargento se tornou uma figura central na Mangueira, onde se destacou como compositor de inúmeros outros sambas e composições que se tornaram grandes clássicos do gênero.
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Uma de suas composições mais conhecidas é “Agoniza Mas Não Morre”, gravada por Beth Carvalho em 1978.
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Além dessa, outras tantas ficaram famosas, como “Falso Moralista”, “Falso Amor Sincero”, “Minha Vez de Sorrir” e “Cântico à Natureza”.
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Seu amor pela Mangueira foi “coroado” em 2014, quando completou 90 anos e se tornou Presidente de Honra da escola.
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Além de compositor, Sargento era um cantor com voz marcante, interpretando seus próprios sambas e também de outros compositores.
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Seu primeiro álbum solo, “Sonho de um sambista”, foi gravado e lançado em 1979, quando tinha 55 anos.
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Durante a década de 1960, ele integrou o grupo “A Voz do Morro”, ao lado de artistas como Paulinho da Viola, Zé Kéti, Elton Medeiros, Jair do Cavaquinho, José da Cruz e Anescarzinho.
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Ao longo da vida, o sambista protagonizou várias parcerias de sucesso com Cartola, Carlos Cachaça, Darcy da Mangueira, João de Aquino, Pedro Amorim, entre outros.
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Sargento era um profundo conhecedor da história do samba e da cultura popular brasileira, tendo realizado pesquisas fundamentais para a preservação e divulgação do gênero.
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Além de sua carreira musical, Nelson Sargento também foi um escritor e pintor talentoso, e chegou a publicar alguns livros como “Prisioneiro do Mundo” e “Um certo Geraldo Pereira”.
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No cinema, o artista foi tema do documentário “Nelson Sargento da Mangueira” (1998) e fez pequenas participações nos filmes “O Primeiro Dia” (1998) e “Orfeu” (1999).
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Pelo seu trabalho artístico, Nelson Sargento recebeu inúmeros prêmios e homenagens, incluindo a Medalha Pedro Ernesto e a Ordem do Mérito Cultural.
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Nelson Sargento morreu na manhã do dia 27 de maio de 2021. Foi uma das vítimas que não resistiram à pandemia da Covid-19. Ele tinha 96 anos.
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A obra de Nelson Sargento é um patrimônio cultural brasileiro. Suas músicas continuam sendo cantadas e tocadas, e sua história inspira novas gerações de artistas e amantes do samba.
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