Gripe mata: Mais de 4.500 pessoas já morreram no Brasil, vítimas de Influenza, em 2025
Um boletim da Fiocruz divulgado em 3 de julho de 2025 apontou 119.212 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Brasil, com 61.964 confirmados em laboratório.
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Desde o início de 2025, 7.660 pessoas morreram, sendo a influenza A responsável por mais de 60% dos óbitos. Isso dá mais de 4.500 vítimas que não sobreviveram à gripe.
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O cenário reforça a importância da prevenção: especialistas alertam que a gripe continua sendo uma ameaça séria, especialmente para idosos e pessoas com comorbidades.
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A recomendação é manter a vacinação em dia, adotar medidas de higiene e procurar atendimento médico aos primeiros sinais de agravamento.
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A constante mudança dos vírus influenza requer um monitoramento global e frequente reformulação da vacina contra a gripe. Por isso, é necessária a vacinação anual contra a doença.
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O Influenza é um vírus respiratório cuja transmissão ocorre de forma semelhante à do coronavírus, causador da Covid.
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Os vírus respiratórios podem causar infecção aguda nos brônquios (bronquiolite) e nos pulmões (pneumonia).
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É necessário ter atenção especial com bebês prematuros, no primeiro ano de vida, pois são muito sensíveis ao contágio por via respiratória.
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A influenza pode ser transmitida de forma direta, quando a pessoa tem contato com secreções das vias respiratórias de alguém contaminado ao conversar, espirrar ou tossir.
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A outra forma de contágio é indireta, quando a pessoa toca em superfícies contaminadas e leva as mãos aos olhos, boca ou nariz.
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Por isso, a prevenção pode ser feita com os mesmos cuidados já propagados para evitar a Covid-19.
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O uso de máscara é fundamental para evitar a contaminação se alguém por perto falar, espirrar ou tossir.
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O ideal é manter distanciamento e, quando não for possível, como no caso do transporte público, usar a máscara o tempo inteiro e evitar falar.
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As mãos devem ser lavadas regularmente e o uso do álcool em gel pode evitar contaminação depois que a pessoa tocar em superfícies de uso coletivo, como máquinas de pagamento ou suportes de ônibus.
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Os sintomas da influenza são parecidos com os da Covid-19. Por isso, recomenda-se fazer o teste para identificar ou não a infecção pelo coronavírus.
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Quem está com influenza pode ter febre, dor de cabeça, dor nos músculos, calafrios, tosse seca, dor de garganta, coriza e sensação de fraqueza. Os sintomas variam de pessoa para pessoa.
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Dependendo do perfil do paciente da intensidade da gripe, também podem surgir outros sintomas como diarreia, vômito, rouquidão e olhos avermelhados e lacrimejantes.
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Embora seja menos letal que a Covid, a gripe requer atenção porque pode se tornar grave, principalmente no caso de pessoas com comorbidades, crianças de até seis anos, gestantes e idosos.
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Nas crianças, é comum a temperatura atingir níveis mais altos de febre, podendo surgir pequenos gânglios na nuca. Também ocorrem, às vezes, bronquite e problemas no estômago e intestino.
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Quem tiver dúvidas e quiser orientações sobre a influenza ou qualquer outra doença pode ligar para o Disque-Saúde do Ministério da Saúde: 136
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