Governo de Taiwan decide dar dinheiro a quem matar iguanas-verdes

A Agência de Florestas e Conservação da Natureza de Taiwan decidiu abater 120 mil iguanas-verdes para controlar a superpopulação da espécie, que se tornou uma praga em áreas agrícolas.

Foto: wikimedia commons/Cayambe

Originárias da América Central e do Caribe, as iguanas não têm predadores naturais na ilha e se adaptaram ao ambiente. Estima-se que cerca de 200 mil vivam nas regiões centrais e sul do país.

Foto: wikimedia commons/Cayambe

Vendidas como animais de estimação, elas são frequentemente abandonadas quando crescem — os machos podem atingir até 2 metros e 5 kg, e as fêmeas chegam a colocar até 80 ovos por vez.

Foto: Adrien Stachowiak/Pixabay

Com isso, o governo taiwanês oferece cerca de R$ 90 por animal abatido e incentiva a população a identificar locais de reprodução, especialmente nos meses de maio e junho, período em que filhotes são mais vulneráveis.

Foto: wikimedia commons/Charles J. Sharp

O abate é recomendado com o uso de lanças de pesca. Embora não sejam agressivas aos humanos, as iguanas-verdes destroem florestas e plantações ao se alimentarem de frutas, folhas e plantas.

Foto: Leo za1 / © Rute Martins of Leoa's Photography / CC BY-SA 3.0

Só em 2024, aproximadamente 70 mil iguanas já foram abatidas como parte da iniciativa para restaurar o equilíbrio ambiental da ilha.

Foto: freepik/kuritafsheen77

As iguanas são répteis encontrados principalmente na América Central, América do Sul e em ilhas do Caribe. Elas chamam a atenção por sua aparência exótica, com cores vibrantes e uma crista dorsal característica, além de sua habilidade de viver em ambientes arborizados ou costeiros.

Foto: William Pomares/Pixabay

Elas vivem em diferentes habitats, dependendo da espécie, como florestas, savanas, desertos e áreas costeiras. Pertencentes à família Iguanidae, são conhecidas principalmente sua aparência robusta e cauda longa. Conheça alguns tipos!

Foto: Hans/Pixabay

Acompanhe o Terra

Diariamente o Terra traz conteúdos para você se manter informado. Acesse o site e nos siga nas redes.

Foto: wikimedia commons/Cayambe