Garrafinhas térmicas reutilizáveis acumulam bactérias diariamente; veja dicas para mantê-las limpas

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No dia a dia, muitos objetos portáteis passaram a fazer parte da rotina de quem busca praticidade e bem-estar em diferentes ambientes. Esses itens acompanham deslocamentos, atividades físicas, momentos de trabalho e estudos, tornando-se aliados importantes para hábitos mais organizados e conscientes. Ao mesmo tempo, o uso frequente desses recipientes exige atenção quanto à forma como são utilizados e conservados ao longo do tempo. Por isso, compreender melhor o uso correto deles tornou-se cada vez mais relevante na rotina. Nesse contexto, as garrafinhas térmicas se destacam como exemplos comuns e muito presentes no cotidiano.

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O uso dessas garrafas reutilizáveis, embora sustentável, esconde riscos biológicos. Pesquisas científicas mostram que esses recipientes podem acumular grande quantidade de microrganismos quando não são higienizados corretamente.

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Estudos indicam que a própria água armazenada por longos períodos favorece a multiplicação bacteriana, especialmente em temperatura ambiente. Além disso, boa parte da contaminação vem do contato com as mãos, com a boca e com superfícies externas durante o uso cotidiano.

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Compartilhar garrafas com outras pessoas também aumenta o risco de transmissão de vírus e bactérias. Além disso, bebidas açucaradas, leite ou suplementos proteicos tornam o ambiente interno ainda mais propício ao crescimento de fungos e micróbios.

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Especialistas alertam que o enxágue simples com água fria é insuficiente para remover essas camadas protetoras de fungos e germes. A recomendação ideal envolve o uso frequente de detergente, escovas para alcançar áreas difíceis e água quente acima de 60 °C.

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Outro ponto de atenção é o material da garrafa. Optar por materiais como aço inoxidável ou vidro também pode ser mais seguro, pois plásticos tendem a liberar aditivos químicos e microplásticos na água ao longo do tempo.

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"Se a sua garrafa começar a cheirar mal, você chegou a um ponto em que deve jogá-la fora", alerta a professora de microbiologia clínica Primrose Freestone, da Universidade de Leicester, no Reino Unido.

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