Flocão de milho ideal e até dia mundial: veja origem e curiosidades sobre o cuscuz
A seção Paladar Testou, do jornal Estadão, realizou um teste às cegas com especialistas para eleger o melhor flocão de milho do mercado.
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Um júri avaliou oito marcas nos critérios de cor, uniformidade e, principalmente, sabor e textura após o preparo.
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De acordo com os jurados, um bom flocão deve ter cor amarela intensa, grãos uniformes e, depois de preparado, resultar em um cuscuz soltinho, aromático e com sabor levemente amanteigado.
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O Coringa ficou em segundo, com destaque para a maciez e sensação de que “derrete” na boca.
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Já o primeiro lugar ficou com o Maratá, elogiado pela aparência impecável dos grãos e por resultar em um cuscuz leve, macio e com um toque amanteigado marcante.
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A iniciativa foi totalmente editorial, sem interferência das marcas nem conhecimento prévio do júri sobre os produtos avaliados.
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O flocão de milho é a alma do tradicional cuscuz nordestino brasileiro. Conheça mais sobre esse prato tão amado por muita gente!
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O cuscuz chegou ao Brasil inspirado em um prato de Magrebe, que fica no Norte da África, mas aqui ganhou identidade própria.
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Em solo brasileiro, o trigo foi substituído pelo milho, um cereal abundante e base da dieta indígena, resultando nessa iguaria como é conhecida hoje.
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A tradição do preparo envolve o uso da cuscuzeira, um utensílio essencial que cozinha a massa no vapor.
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O segredo da textura perfeita está na hidratação: o flocão deve ser molhado com água e sal e deixado em descanso por alguns minutos para que os grãos inchem.
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Esse processo faz com que o resultado final seja um cuscuz macio e não ressecado.
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No Nordeste, o cuscuz é um prato praticamente onipresente, figurando tanto nas mesas mais humildes quanto em hotéis de luxo.
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Nos cafés da manhã, serve como uma fonte de energia barata e nutritiva. Em alguns lugares, também é consumido no almoço e até no jantar.
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Embora seja o símbolo máximo da culinária nordestina, o cuscuz de milho se espalhou por todo o país devido aos fluxos migratórios.
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Hoje, é fácil encontrá-lo em qualquer capital brasileira, muitas vezes adaptado aos gostos locais, a exemplo do cuscuz paulista, que leva pedaços de tomate, pedaços de ovo cozido, ervilha, milho verde, palmito e sardinha.
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As formas de servir são as mais variadas possíveis: pode ser “puro” apenas com manteiga derretida, acompanhado de leite quente, ou de maneira mais “robusta” com ovos, carne de sol, queijo ou nata.
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Em 2020, o cuscuz foi reconhecido como Patrimônio Imaterial da Humanidade pela Unesco. Além disso, o prato tem até seu Dia Mundial: 19 de março!
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