Estudo revela por que o Brasil concentra tanta diversidade de orquídeas

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As orquídeas estão entre as plantas mais emblemáticas da flora brasileira. Embora tenham surgido há cerca de 83 milhões de anos no hemisfério Norte, com flores pequenas, foi no Brasil que encontraram condições ideais para enorme diversificação.

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Uma revisão publicada na revista Plants reuniu quase quatro séculos de pesquisas e explica como clima, relevo e história científica ajudaram o país a concentrar mais de 2.500 espécies.

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O estudo, liderado por Edlley Max Pessoa, buscou organizar esse conhecimento e, como destaca o pesquisador, “devolver esse conhecimento para os brasileiros”, em declaração à “Super Interessante”.

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Recentemente, uma orquídea com 159 flores entrou para o Livro dos Recordes. Ela pertence a Kevin English, um renomado especialista em plantas de Waterloo, no Canadá, que superou o próprio recorde (113 flores em 2023).

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A orquídea recordista pertence à categoria ‘monopodial’, que cresce ereta a partir de um único caule, produzindo folhas e flores. Ela é branca com manchas magenta, de uma beleza delicada que fascina.

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As orquídeas em geral são plantas da família Orchidaceae, que chamam atenção pela beleza. São originárias de todas as regiões do mundo, exceto os desertos mais secos e as áreas geladas dos polos.

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Como citado, a maior diversidade de espécies de orquídeas é encontrada nas regiões tropicais, especialmente na América do Sul (particularmente no Brasil), América Central, sudeste da Ásia e algumas ilhas do Pacífico.

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As orquídeas possuem uma grande variedade de formas, tamanhos e cores. Elas podem ser bem pequenas, ou ter flores grandes e chamativas.

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As cores variam desde o branco puro até tons vibrantes de roxo, rosa, amarelo, vermelho e até verde ou azul.

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As flores de orquídeas têm três pétalas e três sépalas. Uma das pétalas é modificada em um “labelo” (ou lábio), que serve para pouso de polinizadores, como abelhas ou mariposas.

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Muitas orquídeas crescem sobre outras plantas (geralmente árvores) sem serem parasitas. Elas obtêm nutrientes e umidade do ar e da chuva, utilizando suas raízes adaptadas para aderir a superfícies como cascas de árvores.

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As orquídeas têm ciclos de vida variados, incluindo reprodução por meio de sementes minúsculas ou através de divisões de rizomas ou brotações laterais.

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As sementes de orquídeas são extremamente pequenas e leves, quase como pó, e não contêm reservas nutritivas, por isso dependem de fungos para germinação e crescimento iniciais.

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Algumas espécies de orquídeas são extremamente longevas, podendo viver décadas, especialmente quando cultivadas em condições adequadas.

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Orquídeas são conhecidas por sua habilidade de formar híbridos entre espécies e até entre gêneros. Isso tem resultado em uma enorme diversidade de formas e cores, especialmente entre as variedades cultivadas para fins ornamentais.

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As folhas das orquídeas variam em forma e textura, dependendo do habitat da espécie. Algumas têm folhas carnudas e suculentas para armazenar água, enquanto outras têm folhas finas e alongadas.

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Cuidar de orquídeas em casa pode ser uma experiência gratificante, especialmente se você conhecer suas necessidades básicas. A maioria das orquídeas prefere luz indireta e brilhante. Coloque-as perto de janelas voltadas para o leste ou o oeste.

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Evite a luz solar direta e intensa, que pode queimar as folhas. Se as folhas estiverem muito escuras, pode ser um sinal de falta de luz; se estiverem amarelando, pode ser excesso de luz. Orquídeas geralmente preferem temperaturas amenas.

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Durante o dia, a faixa ideal é de 18 a 30°C, enquanto à noite deve estar entre 15 e 20°C. Evite mudanças bruscas de temperatura. Regue suas orquídeas quando o substrato estiver seco. Em média, uma vez por semana no verão e a cada duas no inverno.

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