Esmeralda de mais de 7 mil quilates encontrada na Zâmbia entrou para o Livro dos Recordes em 2022; relembre
Uma esmeralda extraída na Zâmbia em julho de 2021 entrou para o Livro dos Recordes como a maior gema não lapidada já registrada. Relembre!
Foto: Divulgação/Guinness World Records
A pedra bruta, com 7.525 quilates e 1,5 kg, foi reconhecida oficialmente pelo Guinness World Records em abril de 2022.
Foto: Divulgação/Guinness World Records
Chamada de Chipembele, a esmeralda foi encontrada na mina Kagem, na província de Copperbelt.
Foto: Reprodução/YouTube
O nome, que significa “rinoceronte” no idioma local bemba, faz alusão a uma protuberância na pedra que se assemelha a um chifre.
Foto: Divulgação/Guinness World Records
Diferente da maioria das esmeraldas desse porte, que costumam ser encontradas em fragmentos, a Chipembele é uma peça única com estrutura hexagonal bem definida e cor verde intensa.
Foto: Divulgação/Guinness World Records
A Chipembele foi vendida em um leilão reservado à empresa israelense Eshed-Gemstar. O valor não foi divulgado.
Foto: Reprodução/YouTube
A pedra recebeu marcação por nanopartículas de DNA e registro em blockchain, permitindo que futuras joias lapidadas a partir dela sejam vinculadas à peça original.
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Parte do valor da venda foi doado para programas de conservação de rinocerontes-negros na Zâmbia.
Foto: Wikimedia Commons/Hans Stieglitz
A mina Kagem, onde ocorreu a descoberta, é controlada pela Gemfields (75%) e pelo governo zambiano (25%).
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Com uma população de cerca de 20 milhões de habitantes, a Zâmbia é um país localizado no sul da África, sem saída para o mar.
Foto: Pexels/Alaska Sem
Sua capital é Lusaka, que também é a maior cidade e o principal centro econômico e político do país.
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Fazendo fronteira com oito países, o território zambiano é definido por um vasto planalto recortado por vales de rios e savanas ricas em biodiversidade.
Foto: Jeremy Boley/Unsplash
A economia zambiana depende fortemente da mineração, especialmente do cobre, que é o principal produto de exportação.
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Apesar de possuir muitos recursos naturais, como água, terras férteis e minerais, a Zâmbia ainda enfrenta altos índices de pobreza e desigualdade.
Foto: Seiko Yamada/Unsplash
A joia da coroa do país são as Cataratas Vitória, uma das maiores quedas-d’água do mundo localizadas na fronteira com o Zimbábue.
Foto: Albrecht Fietz/Pixabay
Além das quedas d’água, a Zâmbia é um destino de elite para o ecoturismo, sendo pioneira no conceito de “safári a pé”.
Foto: Instagram @amalindasafaricollection
Parques nacionais como o South Luangwa, o Lower Zambezi e o Kafue oferecem encontros autênticos com os “Big Five” (leão, elefante, búfalo, leopardo e rinoceronte).
Foto: Reprodução
Socialmente, o povo zambiano é frequentemente descrito como um dos mais calorosos e pacíficos da África. O inglês é a língua oficial, usada no governo e na educação.
Foto: Unsplash/Sikwe Scarter
Culturalmente, a Zâmbia valoriza a música, a dança e as cerimônias tradicionais, que celebram a história e os costumes dos diferentes povos do país.
Foto: Flickr - UK Government
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