Saiba quem é professor que vem acertando previsões sobre IA
Gary Marcus é uma das principais vozes no debate sobre a Inteligência Artificial
Foto: Reprodução/YouTube/TED
Professor em universidade
Gary é professor emérito de psicologia e ciência neural da Universidade de Nova York, nos EUA. (1/12)
Foto: Reprodução/TED
Autor de livros
Gary é autor de 5 livros, incluindo The Algebraic Mind (A Mente Algébrica, na tradução livre), Kluge (Improvisado), The Birth of the Mind (O Nascimento da Mente), Rebooting AI (Reiniciando a Inteligência Artificial) e o best-seller do New York Times Guitar Zero. Ele frequentemente contribui para os jornais The New Yorker, Wired e The New York Times. (2/12)
Foto: FLICKR por Christopher Michel
Voz importante na IA
Ele é uma voz importante na área de inteligência artificial. Além disso, é cientista e empreendedor, sendo o fundador da Robust.AI e da Geometric.AI, empresas que foram adquiridas pela Uber. (3/12)
Foto: FLICKR por Pearl Pirie
Desafios à IA
Gary é conhecido por seus desafios à IA contemporânea, antecipando muitas das limitações atuais com décadas de antecedência, e por sua pesquisa em desenvolvimento da linguagem humana e neurociência cognitiva. (4/12)
Foto: Canaltech
Previsões sobre IA
"Há algo incrível acontecendo na IA neste momento - e nem tudo é positivo", escreveu Gary há 6 meses. Em uma entrevista à BBC, ele afirmou que quando fez essa afirmação, muitas pessoas o consideraram louco ou alarmista. No entanto, muitas de suas previsões já se concretizaram. (5/12)
Foto: Poder360
O que ele preveu?
Quatro meses antes de um residente da Bélgica, que mantinha conversas frequentes com o chatbot 'Eliza', tirar a própria vida, Gary escreveu em um artigo para a revista Wired: "Será que um chatbot pode machucar alguém tão profundamente a ponto de levá-lo ao suicídio? (...) Em 2023, poderíamos presenciar a primeira morte causada por um chatbot". (6/12)
Foto: FLICKR por Web Summit
Previsões sombrias
Gary compilou "7 previsões sombrias" sobre sistemas como o ChatGPT, entre elas a que a versão mais nova do programa seria "imprudente, difícil de controlar e teria significativos erros estúpidos". (7/12)
Foto: Kaitlyn Baker
ChatGPT
Reforçando as previsões de Gary, um caso chamou atenção quando alguém pediu ao ChatGPT para citar acadêmicos envolvidos em assédio e a lista apontou o professor norte-americano Jonathan Turley. A resposta citava como fonte uma reportagem de 2018. Mas nada disso jamais existiu, foi como se o robô tivesse criado uma calúnia. (8/12)
Foto: Forbes
"Falta de controle"
Em entrevista à BBC, Gary explicou que não há nenhuma garantia formal de que esses programas vão trabalhar da forma correta, mesmo quando fazem cálculos matemáticos. Segundo ele, falta de controle e de confiabilidade são alguns dos problemas previstos. (9/12)
Foto: NeoFeed
Ambiente de pós-verdade
Gary também defende que, com relação à IA, se não forem tomadas providências, estamos próximos de entrar em um ambiente de pós-verdade. (10/12)
Foto: Perfil Brasil
Já foi ironizado
O posicionamento de cautela e desconfiança de Gary com a IA nem sempre foi bem recebido. O ceticismo dele já foi muito ironizado (principalmente em alfinetadas no Twitter), mas agora diversas personalidades da área começaram a adotar um tom diferente. (11/12)
Foto: FLICKR por Christopher Michel
Acompanhe o Terra
Todos os dias a equipe do Terra produz conteúdos para te deixar informado sobre educação e carreira. Acompanhe o site e nos siga nas redes sociais. (12/12)
Foto: Reprodução/Twitter