Corpo de Juliana Marins é resgatado após operação de 7 horas em penhasco da Indonésia
O corpo da brasileira Juliana Marins, que morreu após cair de uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, foi resgatado na manhã desta quarta-feira (25/05).
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Três equipes participaram das buscas, incluindo duas que são do chamado "esquadrão Rinjani". Devido ao clima e à baixa visibilidade, o resgate só pôde ser iniciado pela manhã.
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O corpo será transportado ao posto de Sembalun e, depois, levado de avião ao hospital Bayangkara.
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Juliana caiu no penhasco do vulcão enquanto participava de uma trilha no Monte Rinjani, um dos destinos mais famosos da Indonésia.
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No sábado (21/06), ela foi vista com vida pela última vez em imagens de drone, num espaço pequeno do paredão, onde ainda estava se movimentando.
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Nesta terça-feira (24/06), a família confirmou por meio de um post nas redes sociais, que ela foi encontrada já sem vida. Juliana tinha 26 anos.
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Nos últimos cinco anos, o Parque Nacional do Monte Rinjani, na Indonésia, registrou oito mortes e 180 feridos em acidentes, segundo dados do governo local.
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O número de acidentes na região tem aumentado, com 60 casos registrados em 2024, quase o dobro de 2023.
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A maioria dos acidentes, segundo o governo indonésio, ocorre por falhas dos próprios turistas, como uso inadequado de equipamentos, despreparo físico e desrespeito às trilhas oficiais.
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Apesar dos riscos, o Monte Rinjani continua atraindo turistas por sua beleza e desafio, com trilhas complexas e clima instável.
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Juliana participava de uma trilha de três dias pelas encostas do Monte Rinjani, considerada uma das mais difíceis da Indonésia, com altitudes superiores a 3.700 metros.
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Fotos divulgadas em uma conta no Instagram dedicada ao caso mostram Juliana caminhando e posando para fotos pela trilha, momentos antes do acidente.
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O Monte Rinjani é o segundo vulcão mais alto da Indonésia, localizado na ilha de Lombok, localizado a leste da capital Bali.
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Em altura, ele é superado apenas pelo Monte Kerinci, em Sumatra, que tem 3.805 metros.
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A região ao redor do monte faz parte do Parque Nacional de Gunung Rinjani, uma área protegida de grande importância ecológica e cultural da Indonésia.
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A impressionante caldeira do vulcão, que abriga o lago Segara Anak, foi formada após uma erupção há cerca de 700 anos.
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No interior do lago, o cone vulcânico chamado "Gunung Barujari" continua ativo até os dias de hoje.
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A região também é conhecida por suas trilhas desafiadoras, paisagens exuberantes e vistas panorâmicas que revelam tanto o oceano quanto os vales florestais da ilha.
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Para os habitantes locais, o Monte Rinjani tem um profundo significado espiritual.
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Muitos realizam peregrinações ao lago para fazer oferendas e rituais, acreditando que as águas possuam poderes de cura.
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Além disso, o vulcão desempenha um papel importante na agricultura da região, pois suas encostas férteis sustentam plantações de arroz, café e outros cultivos.
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