Coleção de carros de William Bonner ganha destaque em produção inédita

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William Bonner terá sua relação com o antigomobilismo retratada na série documental “Máquinas do Tempo”, prevista para ir ao ar em 2026. A produção acompanha o desapego do jornalista de parte de sua coleção de carros clássicos e os bastidores dessa trajetória.

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A série reúne ainda nomes como Reginaldo Leme e Emerson Fittipaldi. Alguns veículos que já pertenceram a Bonner, como um Ford Escort XR3 1986 e um VW Passat TS 1976, hoje fazem parte do acervo do museu Carde, em Campos do Jordão.

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Segundo o curador Luiz Goshima, os modelos chegaram ao local em excelente estado. “O mais interessante é que os carros já estavam em excelente estado quando chegaram até nós.”

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Recentemente, Bonner protagonizou um dos momentos mais comentados do “Upfront 2026”, evento da Globo realizado no dia 13/10/2025, em São Paulo.

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Ao falar sobre o retorno da Fórmula 1 à emissora em 2026, o jornalista brincou com a perda de interesse do público durante o período em que a Band transmitiu a categoria: “Vocês sabem o que é Fórmula 1 ainda, né? Porque saiu da Globo e… né?”.

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A fala, somada a outras de Fábio Porchat e Eduardo Sterblich, gerou incômodo entre profissionais da Band. Alguns, como Neto e Téo José, até deram suas respostas.

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William Bonner, aliás, deixou a bancada do Jornal Nacional e passou a trabalhar no Globo Repórter. Quem entrou em seu lugar foi César Tralli, que faz parceria com Renata Vasconcellos, mantida na função.

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Nascido em 16 de novembro de 1963, em São Paulo, Bonner se formou em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.

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Apesar de ter iniciado sua trajetória profissional como redator publicitário e locutor de rádio, foi na televisão que sua carreira decolou.

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Em 1985, Bonner trabalhou na TV Bandeirantes como locutor e apresentador. Um ano depois, já foi convidado para ingressar na Rede Globo.

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Seu primeiro trabalho na emissora foi como apresentador e editor no telejornal local “SPTV”. Em 1988, ganhou projeção nacional ao apresentar o Fantástico. Em 1989, comandou o Jornal da Globo.

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Em 1996, Bonner teve a oportunidade de assumir a bancada do Jornal Nacional, o principal telejornal da Globo, ao lado de Lillian Witte Fibe.

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Em 1999, ele também se tornou o editor-chefe do noticiário, cargo que lhe deu grande influência na definição das pautas e no formato do JN.

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Em 2009, ele lançou o livro “Jornal Nacional: Modo de Fazer”, em homenagem aos 40 anos do telejornal.

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A vida pessoal de Bonner também atraia atenção especialmente seu casamento e divórcio com Fátima Bernardes, com quem dividiu a bancada do JN por 13 anos. Juntos, tiveram trigêmeos. O casamento, que durou 26 anos, terminou em 2016.

Foto: Divulgação/TV Globo

Em 2018, Bonner se casou novamente, dessa vez com a fisioterapeuta Natasha Dantas, com quem está junto até hoje.

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Ao longo de sua carreira, Bonner esteve à frente de coberturas históricas, como os atentados de 11 de setembro de 2001 e a morte de figuras importantes, como o Papa João Paulo II, em 2005.

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Ao longo da carreira, Bonner recebeu diversos prêmios de jornalismo e comunicação, entre eles um “Prêmio Unesco” e um Emmy Internacional na categoria Notícia.

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