Cientistas revelam rosto de mulher que viveu há 2.500 anos

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O antropólogo craniofacial Chris Rynn conseguiu reconstruir digitalmente o rosto de uma mulher africana do antigo reino de Kush. Recorrendo a técnicas de modelagem virtual, ele conseguiu revelar como era essa mulher sudanesa que viveu 2.500 anos atrás.

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,Identificada como "Ta-Kr-Hb", ou "Takerheb" tudo leva a crer que tenha sido uma princesa ou sacerdotisa negra. Para a sua reconstrução, foram usadas imagens de raio-x do crânio da múmia. Então, softwares digitais acrescentaram músculos e tecidos moles ao rosto.

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Hoje a múmia faz parte do acervo do Museu Perth, da Escócia. Estima-se que ela tenha vivido até 30 ou 40 anos. Um cálculo exato é complicado porque a dentição estava comprometida por muitas cáries.

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O estudo de múmias é sempre um desafio, mas ao mesmo tempo abre portas para muito conhecimento. Tanto sobre pessoas como sobre animais. Recentemente Cientistas analisaram o DNA de babuínos de milhares de anos e descobriram o misterioso porto por onde os antigos egípcios faziam comércio dessa espécie. Eles não são nativos do Egito, mas eram adorados por serem associados aos deuses Babi e Thoth

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Antigamente, se dizia que os babuínos vinham de Punte, local misterioso e com ares de lenda. No entanto, pesquisas revelam que este reino pode ter sido real, localizado na costa da Eritreia. 

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