Ele comanda um açougue e dois restaurantes que atraem turistas do mundo inteiro no pequeno vilarejo onde nasceu de Panzano in Chianti, na Toscana.
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Nascido em 1955, ele é herdeiro de uma família de açougueiros com mais de oito gerações de história.
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Bigodudo e performático, o italiano gosta de transformar refeições em festas. "Meu dia perfeito envolve uma festa no almoço e outra no jantar", diz ele.
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Para ele, cozinhar e servir carne não é apenas um ofício, mas um ato de comunicação e troca de energia.
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A comida, em sua visão, tem o poder de suspender a tristeza por algumas horas, criar comunidade e gerar felicidade.
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Defensor ferrenho do aproveitamento integral do boi, ele valoriza cortes menos nobres e receitas tradicionais, resgatando práticas antigas da cozinha italiana e combatendo o desperdício.
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"Existem tantos cortes melhores do que o filé [mignon], de carnes 'descansadas' de animais saudáveis, criados soltos sem ração", defende ele.
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Para ele, o consumo de carne deve ser um ato de "gratidão e respeito" ao animal: "Precisamos nos mostrar sempre sensíveis e compreender que cada corte de carne consiste em um pedaço de vida".
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Além disso, o chef rejeita a ideia de que a alta gastronomia precisa estar restrita a restaurantes estrelados e afirma preferir a comida do povo, aquela que revela a identidade real de um lugar.
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O açougueiro nutre uma paixão profunda pelo Brasil, que considera sua segunda casa.
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Ele já revelou que São Paulo é a cidade com a maior identificação com seu trabalho, sendo a origem do maior número de seus seguidores no Instagram.
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Em entrevista ao site GQ, o italiano contou que é fã confesso de pão de queijo e caipirinha de caju.
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Ao falar sobre o que ele considera o "churrasco ideal", o chef diz que "precisa de boa lenha, carne de boa qualidade, que não seja congelada do frigorífico, e muita paixão."
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Apesar de ter estudado veterinária na juventude, Cecchini decidiu abandonar a carreira acadêmica para preservar o legado da família, assumindo a histórica Antica Macelleria Cecchini, fundada em 1780.
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Lá, ele costuma receber clientes ao som de ópera, declamando versos da "Divina Comédia" de Dante Alighieri enquanto maneja suas facas com precisão.
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Muito além de vender carne, Dario se tornou uma figura performática, celebrada por seu entusiasmo contagiante e seus discursos apaixonados.
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Em novembro de 2025, Cecchini esteve no Brasil onde promoveu três jantares no restaurante Pobre Juan, em São Paulo.
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Em 2019, ele participou de um episódio da série documental "Chef's Table", da Netflix,
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