O achado, datado do Terceiro Período Intermediário (1070 a 664 a.C.), foi feito por uma equipe do Conselho Supremo de Antiguidades em parceria com a Fundação Zahi Hawass para Arqueologia e Patrimônio.
Foto: Reprodução/Ministério do Turismo e Antiguidades
Diferentemente de uma tumba individual, os caixões foram encontrados empilhados em uma câmara rochosa, com tampas separadas das bases para otimizar o espaço.
Foto: Reprodução/Ministério do Turismo e Antiguidades
Os artefatos e as múmias estão associados ao título de “cantor(a) de Amon”, sugerindo que o local era destinado a membros do clero musical do deus Amon.
Foto: Jl FilpoC/Wikimedia Commons
Muitas das múmias associadas aos caixões contém o título de “cantor(a) de Amon”, ligado a pessoas — principalmente mulheres — que participavam de rituais musicais dedicados ao deus.
Foto: Reprodução/Ministério do Turismo e Antiguidades
A repetição do título pode indicar vínculos institucionais ou familiares entre as pessoas enterradas ali, oferecendo novas pistas sobre o funcionamento do clero de Tebas.
Foto: Reprodução/Ministério do Turismo e Antiguidades
Além dos sarcófagos, foram encontrados vasos cerâmicos lacrados com selos de argila que podem conter materiais orgânicos ou textos sobre os rituais de mumificação.
Foto: Reprodução/Ministério do Turismo e Antiguidades
Devido à fragilidade da madeira e das ornamentações, os artefatos passarão por restauração e análise minuciosas para revelar possíveis conteúdos orgânicos ou inscrições.
Foto: Reprodução/Ministério do Turismo e Antiguidades
De acordo com o ministro do Turismo e Antiguidades, Sharif Fathi, a descoberta reforça o “compromisso do Estado egípcio com a preservação patrimonial”.
Foto: Jordi Orts Segalés/Unsplash
Situada às margens do Rio Nilo, no sul do Egito, a região de Luxor é frequentemente descrita como “o maior museu ao ar livre do mundo”.
Foto: Astrid Schmid/Pixabay
Erguida sobre as fundações da antiga cidade de Tebas, a capital dos faraós durante o Império Novo, a área abriga uma alta concentração de monumentos arqueológicos que narram a grandiosidade da civilização egípcia.
Foto: Pexels/Tom D'Arby
Nesse período, Tebas tornou-se um poderoso centro político, religioso e cultural, dedicado principalmente ao culto do deus Amon, uma das principais divindades da religião egípcia antiga.
Foto: Domínio Público
Na margem leste do Nilo ficava a parte urbana da antiga Tebas, onde se encontram alguns dos templos mais impressionantes do Egito.
Foto: Flickr - calixtoantonio3123
Um deles é o Templo de Karnak, um vasto complexo religioso famoso por sua gigantesca sala hipostila que levou cerca de 2 mil anos para ser construído e ampliado por diversos faraós.
Foto: flickr - Fora do Eixo
Próximo dali está o Templo de Luxor, construído principalmente durante os reinados de Amenófis III e Ramsés II, ligado a Karnak por uma antiga avenida de esfinges que servia para procissões religiosas.
Foto: Ramsés - Domíno Público
Na margem oeste do Nilo fica localizada a área funerária da antiga Tebas, onde os egípcios enterravam faraós, nobres e sacerdotes entre as montanhas áridas de calcário.
Foto: Wikimedia Commons/Marc Ryckaert
A região abriga o famoso Vale dos Reis, onde foram descobertos os túmulos de diversos faraós do Novo Império, incluindo o célebre Tutancâmon, cuja tumba praticamente intacta foi encontrada em 1922 pelo arqueólogo Howard Carter.
Foto: Reprodução do Youtube Canal Destinos com Caprice Turismo
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Foto: Reprodução