Brasileiros famosos na rota do furacão: Quem fica na Flórida e quem decidiu sair

Foto: Reprodução de redes sociais

E alguns brasileiros famosos estão por lá. Eles tiveram que decidir o que fazer. A cantora Anitta resolveu fcar em Miami e postou mensagem dizendo que, embora tenha 4 casas, está justamente no local onde um furacão se aproxima.

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Já Lore Improta postou mensagem dizendo que ela é o cantor Leo Santana optaram por encurtar a viagem para sair da Flórida mais cedo. Até porque o casal está com a filha Liz na viagem.

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A cantora MC Loma é a dançarina Mirella Santos decidiram sair de Orlando e foram para outra cidade nos Estados Unidos a 700 km de distância. Ela não citou o nome da cidade. Orlando está sob risco e a Disney até fechou seu parque temático.

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O Furacão e o consequente fechamento da Disney jogaram um balde de água fria no passeio da atriz Tainá Miller com o filho no parque. Porém ela até comemorou , já quem diante da situação, conseguiu um voo para o Brasil se livrando do perigo.

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Thaeme também saiu fora. Foi com a família para Hartford. Ela passou pelo mesmo em 2022 quando o Furacão Ian atingiu a Flórida.

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Um astronauta da Estação Espacial Internacional gravou imagens do furacão Milton, visto do espaço. Esse furacão foibclassificado como "explosivo" pelo Centro Nacional de Furacões dos EUA (NHC, na sigla em inglês).

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O Milton evoluiu em velocidade recorde para esta época do ano. Era tormenta tropical no dia 6/10), passou para furacão de categoria 2 no dia 7 e pulou três categorias em 4 horas, atingindo a escala máxima de 5. E avança em direção à Flórida

Foto: Divulgação

Em 8/10 perdeu um pouco da força e desceu para a categoria 4, mas segue com "alto potencial destrutivo". A Flórida está em alerta.

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Recentemente, o Furacão Beryl causou mortes e destruição no Texas. E um fato curioso foi a entrada de cientistas no olho do furacão. O grupo de "caçadores de furacões" embarcou num avião da Agência Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA) quando o Beryl estava no Caribe em julho.

Foto: Divulgação noaa

O avião, um WP-3 Orion, tem sido usado pela agência para coletar informações sobre tempestades tropicais, ciclones e furacões e, assim, transmitir os dados para agências de meteorologia.

Foto: NOAA wikimedia commons

Meteorologistas da Universidade Estadual do Colorado previram recentemente que, ao longo de 2024, haveria uma temporada de furacões no Atlântico “extremamente ativa”, com mais de 20 tempestades. Pelo menos cinco com ventos acima de 178 km/h.

Foto: NOAA Domínio Público

Às vezes, um furacão é muito intenso, mas o número de mortes não é tão alto quanto o de outro, com menor velocidade. Tudo depende de fatores como o alcance das inundações, os sistemas de proteção dos imóveis e a emissão de alertas pelas autoridades.

Foto: Imagem de Jerry Coli por Pixabay

Os tornados duram apenas minutos enquanto os furacões podem levar dias. Tornados, mesmo breves, alcançam até 500 km/h, o dobro de um superfuracão. Além disso, tornados são vistos na totalidade. Já os furacões não são vistos por inteiro devido ao seu gigantismo.

Foto: Justin1569 wikimedia commons

Além disso, há a questão da velocidade dos ventos. Até 119 km/h é ciclone; a partir daí, furacão ou tufão. Veja agora grandes furacões que marcaram a história.

Foto: Imagem de David Mark por Pixabay

Furacão Allen - Em agosto de 1980 chegou a sustentar por um minuto a velocidade recorde de 310 km/h. Este furacão atingiu o Caribe, México e sul do Texas. Deixou 269 mortos.

Foto: Jay Phagan flickR wikimedia commons

Irma - Foi o primeiro a manter ventos acima de 297 km/h por mais de 24 horas, em 5/9/2017. Passou pelo Caribe, Cuba e Flórida. Matou diretamente 52 pessoas

Foto: Imagem de Paul Brennan por Pixabay

Calcutá - Em 11/10/1737, provocou ondas gigantes, de até 13 metros de altura, no rio Hooghly, no delta do sagrado rio Ganges, na Índia. O ciclone circulou por 300 quilômetros no continente antes de se dissipar. Cerca de 350 mil pessoas morreram.

Foto: Global Panorama - Flickr - NASA

San Calixto - Em 9/10/1780, passou por Barbados, no Caribe, a mais de 320 km/h e deixou 4.500 mortos. O mesmo furacão atingiu Martinica, Santa Lúcia, Porto Rico e República Dominicana. Ao todo, foram cerca de 27 mil mortos.

Foto: Reprodução do site facebook.com/nadaalemdacuriosidade/photos/pcb.216568690489443/216567113822934/?type=3&source=49

Haiphong - Em outubro de 1881, causou destruição no cidade de Haiphong, no Vietnã, ao longo do litoral. Cerca de 300 mil pessoas morreram.

Foto: Supportstorm - Wikimédia Commons

Mitch - Em 26/10/1998, atingiu seu auge, com ventos de 285 km/h. Durante duas semanas ele percorreu países da América Central, México e a Flórida. Deixou cerca de 18 mil mortos.

Foto: Zack Clark domínio público

Maria - Em 16/9/2017, atingiu Porto Rico, transformando ruas em depósitos de destroços, danificando edifícios e cortando a energia elétrica de cidades.. A destruição material chegou a um prejuízo de 90 bilhões de dólares. Cerca de 3 mil pessoas morreram.

Foto: Raymond Piper - Flickr

Nargis - Em 27/4/2008, percorreu países da Ásia. Causou devastação ao longo do delta do rio Irauádi, em Mianmar, uma das áreas mais densamente povoadas do mundo. O governo mianmarense declarou cinco regiões como áreas de desastre.. Cerca de140 mil pessoas morreram.

Foto: Mohd Nor Azmil Abdul Rahman - Flickr - Wikimédia Commons

Bhola - Em 12/11/1970, causou inundação de muitas ilhas de pouca altitude do Delta do Rio Ganges, em Bangladesh. Matou entre 300 mil e 500 mil pessoas. Não houve número exato.

Foto: Twitter @weather_history

Nina - Em 2/8/1975, chegou a 185 km/h, provocando o colapso das barragens de Banqiao e Shimantan, na China, e causando inundações e destruição, principalmente, na cidade de Hualien. Cerca de 230 mil pessoas morreram

Foto: NOAA - Mariners Weather Log - Wikimédia Commkons

Katrina - Em 28/8/2005, o furacão que havia se formado no dia 23, atingiu seu pico. Os ventos de 280 km causaram devastação em Nova Orleans, EUA. Mais de um milhão de pessoas haviam sido evacuadas, pois houve alerta. Mas muitas insistiram em ficar em casa. Cerca de 1.800 morreram.

Foto: Imagem Free de Gabe Raggio por Pixabay

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Foto: Reprodução de redes sociais