Sergio Moro: da ascensão na Justiça à queda na política

Relembre a trajetória do ex-juiz federal que julgou os processos da Lava Jato

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Domicílio rejeitado

O TRE recusou, nesta terça, 7, o domicílio eleitoral de Moro em São Paulo. Com a rejeição, Moro não poderá participar de pleitos paulistas nestas eleições. (01/13)

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Lava Jato

Moro ganhou notoriedade nacional e internacional por comandar o julgamento em 1ª instância dos crimes da Operação Lava Jato, envolvendo políticos e empresas como Petrobras e a Odebrecht. (02/13)

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Condenação de Lula

Foi nesse processo que, em 2017, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi condenado. Meses depois, após a condenação em 2ª instância, Moro determinou a prisão do petista, que ficou de fora das eleições presidenciais daquele ano. (03/13)

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Saída da magistratura

No fim de 2018, Moro pediu exoneração após aceitar o convite do presidente Jair Bolsonaro para comandar o Ministério da Justiça e Segurança Pública. (04/13)

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Ministro da Justiça

Apesar de assumir o cargo com "carta branca" do presidente, Moro não durou muito no cargo. Pouco mais de um ano depois, ele pediu demissão em uma entrevista coletiva. (05/13)

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Conflitos com Bolsonaro

A saída do governo foi anunciada horas depois da exoneração do diretor-geral da Polícia Federal Maurício Leite Valeixo. Moro apontou interferência política de Bolsonaro no órgão para coletar informações. (06/13)

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Troca de favores

Em depoimento à PF, Bolsonaro disse que o ex-juiz condicionou a mudança na chefia da Polícia Federal à própria indicação para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. Moro negou. (07/13)

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Conversas vazadas

Áudios mostraram mensagens trocadas entre Moro e o procurador Deltan Dallagnol, do processo da Lava Jato, ao longo do julgamento da Lava Jato. Nelas, o então juiz dava conselhos estratégicos, indicava testemunhas em potencial e mais. (08/13)

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Condenações anuladas

Em março de 2021, o ministro do STF Edson Fachin anulou os processos contra Lula julgadas por Moro. Segundo a decisão, o juízo não era competente para julgar os casos, pois não havia conexão com a Petrobras. (09/13)

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Lava Jato revista

Em junho de 2021, o STF julgou que Moro foi parcial no caso do tríplex no Guarujá e anulou todos os atos praticados por ele no processo. Com a determinação, Lula se tornou elegível novamente. (10/13)

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Entrou na política

No fim do ano passado, Moro se filiou ao Podemos, que planejava lançá-lo como candidato à Presidência nestas eleições. No entanto, no fim do prazo para trocas partidárias, Moro saiu do partido. (11/13)

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Tenta se candidatar

Ele se filiou ao União Brasil com intenção de se candidatar a uma vaga no Senado por SP. Com a transferência recusada, Moro não poderá se candidatar pelo Estado e segue sem rumo na política. (12/13)

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Foto: Carta Capital