Entenda por que Bolsonaro pode ficar inelegível

Foto: reprodução tv globo

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começou a julgar no dia 22 de junho ação protocolada pelo PDT que pode tornar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) inelegível por oito anos. O FLIPAR mostrou e republica para quem não viu.

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A ação estende-se também a Walter Braga Netto, candidato a vice-presidente na chapa de Bolsonaro em 2022

Foto: Ministério da Defesa/Wikimedia Commons

Presidente entre 2019 e 2022, Bolsonaro é acusado de abuso de poder e uso indevido dos meios de comunicação

Foto: Reprodução TV Globo

O foco da ação é uma reunião que Bolsonaro teve com embaixadores de vários países no Palácio do Alvorada em 18 de julho de 2022, a menos de três meses do primeiro turno das eleições. O político mirava a reeleição

Foto: Reprodução/Youtube

No encontro, Bolsonaro fez uma série de afirmações sem provas questionando a segurança das urnas eletrônicas e do processo eleitoral brasileiro

Foto: José Cruz/Agência Brasil

No evento, Bolsonaro também fez ataques a Lula, seu então adversário no pleito nacional, e a ministros do STF

Foto: reprodução g1

O caso será julgado no plenário da corte eleitoral pelos sete ministros que compõem a casa

Foto: Roque de Sá/Agência Senado

São eles: Alexandre de Moraes (presidente da corte - foto), Benedito Gonçalves (relator), Cármen Lúcia, Kaio Nunes Marques, Raul Araújo Filho, André Ramos e Floriano de Azevedo.

Foto: - Marcelo Camargo/Agência Brasil

Ao longo do processo, o TSE ouviu pessoas envolvidas na organização da reunião com os embaixadores e também testemunhas do encontro

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasili

O TSE colheu depoimento de três ex-ministros de Bolsonaro: Anderson Torres (Justiça e Segurança Pública), Carlos França (Relações Exteriores) e Ciro Nogueira (Casa Civil - foto)

Foto: Divulgação/senadorciro.com.br

O tribunal comandado por Alexandre de Moraes debruçou-se sobre provas de investigações a respeito das milícias digitais contra as instituições democráticas e de atos golpistas

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

O TSE aceitou incluir no processo uma minuta de decreto para instaurar estado de defesa (a chamada "minuta do golpe") encontrada pela Policial Federal em janeiro de 2023

Foto: - Marcelo Camargo Agência Brasil

A "minuta do golpe" estava na casa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

A defesa de Bolsonaro tentou evitar a inclusão desse documento no processo sob alegação de que não estava com o ex-presidente

Foto: Isac Nóbrega/PR

Caso o TSE acate, por maioria simples, as acusações contra Bolsonaro, ele ficará inelegível até 2030. Se o tribunal rejeitar a ação, ela será arquivada

Foto: Isac Nóbrega/PR/Wikimedia Commons

Se condenado, Bolsonaro ainda poderá recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF)

Foto: Leandro Ciuffo wikimedia commons

No primeiro dia do julgamento no TSE, Benedito Gonçalves leu seu relatório e os advogados de acusação (representando o PDT) e de defesa fizeram seus pronunciamentos

Foto: wikimedia commons Gustavo Lima

Paulo Gonet Branco, vice-procurador eleitoral, também se manifestou na primeira sessão. Como representante do Ministério Público, defendeu que apenas Bolsonaro fique inelegível. Nesse caso, Walter Braga Netto não seria condenado

Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE

Após essa sequência de falas, Alexandre de Moraes suspendeu o julgamento. Ele será retomado em 27 de junho

Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE

Na apresentação do parecer do Ministério Público, Paulo Gonet afirmou que Bolsonaro abusou do poder que detinha como presidente ao usar recursos do estado para propagar mentiras sobre o processo eleitoral

Foto: Antonio Augusto/Secom/TSE

O primeiro a votar será o relator Benedito Gonçalves, seguido pelos outros seis integrantes da corte eleitoral

Foto: Antonio Augusto/Secom/TSE

Bolsonaro é alvo de mais 15 ações no TSE, sendo que seis delas já foram aceitas pelo tribunal e os processos estão em andamento

Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE

Entre as ações, algumas referem-se a uso eleitoral do cargo, como no desfile de 7 de setembro de 2022

Foto: Alan Santos/PR

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