Brasileiro que tentou matar vice da Argentina não quer ver ninguém

O brasileiro Fernando Andrés Sabag Montiel, preso por tentar matar a vice-presidente da Argentina, Cristina Kirchner, não quer visitas- nem mesmo do advogado.

Foto: reprodução TV C5N

Segundo a reportagem, sua cela tem cama com colchão resistente ao fogo, armário de parede para os objetos pessoais, pia e vaso sanitário antivandalismo”. No setor, uma sala polivalente possui “telefone fixo para fazer e receber ligações”.

Foto: reprodução TV

Em entrevista por telefone ao C5N, um canal de televisão por assinatura argentino, ele disse que agiu sozinho, isentando a namorada de participação no crime. Na foto, a arma que ele usou.

Foto: reprodução TV

Fernando tinha registro para trabalhar como motorista de aplicativo na Argentina. Mas já tinha sido advertido por porte de faca e tatuagem nazista no corpo.

Foto: Imagem de Niek Verlaan por Pixabay

Imagens mostram o momento em que o criminoso se aproxima de Cristina e aponta a arma em seu rosto. Mas o tiro não sai.

Foto: reprodução Globonews

Fernando estava junto com um grupo de militantes aglomerados desde a semana passada em frente à casa de Cristina, no bairro da Recoleta. E se aproximou para atirar, mas a arma falhou.

Foto: reprodução TV LN

O atirador é paulista, filho de mãe argentina e pai chileno. E, segundo reportagem do G1, o pai dele foi expulso do Brasil em 2021.

Foto: reprodução TV

O jornal La Nación, de Buenos Aires, publicou que Fernando Montiel seguia grupos ligados a radicalismo e ódio, como o "Comunismo Satânico".

Foto: reprodução TV

Cristina Kirckner foi presidente da Argentina entre 2007 e 2015.

Foto: Presidencia de la Nación Argentina WIkimedia commons

Antes, ela tinha sido primeira-dama durante a gestão de seu marido, o presidente Nestor Kirchner, entre 2003 e 2007.

Foto: Presidencia de la Nación Argentina wikimedia commons

Ela é vice-presidente desde 2019, na gestão do presidente Alberto Fernández (os dois na foto).

Foto: Casa Rosada wikimedia commons

Cristina nasceu em 19/2/1953 em La Plata, Buenos Aires, e casou-se com Nestor Kirchner em 1975. Ambos eram colegas de estudos e de militância política.

Foto: Casa Rosada wikimedia commons

Ao longo da carreira, antes de chegar ao mais alto posto na Casa Rosada, Cristina foi deputada federal e senadora da República.

Foto: Casa Rosada wikimedia commons

Cristina responde a um processo de corrupção movido pelo Ministério Público da Argentina. E também é acusada de censura, com tentativas para impedir a liberdade de imprensa.

Foto: presidência da Argentina

Além disso, Cristina também é acusada de tentar obstruir investigações sobre atentados ocorridos no país, contra a Embaixada de Israel em 1992 e a Associação Beneficente Israelita em 1994. Na foto, protesto contra o atentado à entidade judaica.

Foto: Jaluj wikimedia commons

A Argentina tem uma política marcada por tensão. Além dos atentados mencionados, que deixaram dezenas de mortos, um outro caso de grande repercussão foi o assassinato do promotor federal Alberto Nisman, em 2015. Na foto, protesto pedindo justiça.

Foto: Jaluj wikimedia commons

Após a volta da democracia (depois de longo período de ditadura militar), houve tentativa de assassinato de Raúl Alfonsín (1927-2009) nos anos 1980. Colocaram bombas, mas o presidente não apareceu.

Foto: Presidencia de la Nación Argentina wikimedia commons

A Argentina vive grave crise política e econômica. O Instituto Nacional de Estatística e Censos da Argentina divulgou em março de 2023 que a inflação chegou a 102,5% no acumulado em um ano.

Foto: Diego Celso wikimedia commons

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Foto: reprodução TV C5N