Banda The Cure fatura Grammy pela primeira vez após meio século de carreira

Após quase cinquenta anos de carreira, a banda britânica The Cure conquistou seus primeiros Grammys da história.

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O grupo venceu as categorias de Melhor Álbum de Música Alternativa e Melhor Performance de Música Alternativa com “Songs Of A Lost World”.

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A banda superou artistas como Bon Iver, Turnstile, Wet Leg, Tyler, The Creator e Hayley Williams.

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Fundada em 1976, a banda já havia sido indicada duas vezes anteriormente — em 1993 e 2001 —, mas nunca tinha levado o prêmio.

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O reconhecimento ocorreu pouco depois da morte de Perry Bamonte, guitarrista e tecladista do grupo, que faleceu em dezembro de 2025 aos 65 anos.

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Formada em 1976 em Crawley, na Inglaterra, a The Cure se consolidou como uma das bandas mais influentes e resilientes da história do rock alternativo.

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Liderada pela figura icônica e central de Robert Smith, a banda emergiu do movimento pós-punk para se tornar um dos pilares do rock gótico.

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Antes de adotar “The Cure” como nome oficial, a banda se chamou Malice e Easy Cure.

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O início da carreira foi marcado por um som mais minimalista e direto com o álbum de estreia “Three Imaginary Boys”, de 1979.

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No entanto, foi com a trilogia “Seventeen Seconds”, de 1980, “Faith”, de 1981, e “Pornography”, de 1982, que o grupo definiu seu estilo.

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Nessa época, a banda mergulhou em uma fase mais introspectiva e sombria, responsável por consolidar sua reputação cult.

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Músicas como “A Forest” exemplificam as texturas sonoras que se tornariam a marca registrada do grupo.

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Músicas como “The Lovecats”, “In Between Days” e “Close to Me” foram alguns dos sucessos da banda nos anos 1980.

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O auge comercial e crítico do grupo veio com “Disintegration”, de 1989, frequentemente apontado como sua obra-prima, reunindo clássicos como “Lovesong”, “Pictures of You” e “Plainsong”.

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Nos anos seguintes, o grupo manteve enorme popularidade com “Wish” , de 1992, impulsionado pelo sucesso de “Friday I’m in Love”.

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Ao longo das décadas de 1990 e 2000, a banda continuou lançando álbuns e se reinventando, ainda que com recepção crítica variada, como em “Wild Mood Swings”, de 1996, e “Bloodflowers”, de 2000.

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A estética visual do The Cure também se tornou icônica, especialmente a imagem de Robert Smith com cabelos desgrenhados, maquiagem borrada e roupas predominantemente pretas.

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Ao longo das décadas, o The Cure passou por inúmeras formações, tendo Robert Smith como o único membro constante. Em dezembro de 2018, eles foram incluídos no “Rock and Roll Hall of Fame”.

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