Assassino de ex-namorada pega 27 anos de cadeia

O engenheiro Mário Marcelo Santoro, de 45 anos, foi condenado a 27 anos de prisão pelo assassinato da ex-namorada, Cecilia Haddad, na Austrália.

Foto: Reprodução TV Globo

Ele confessou o crime e disse que apertou o pescoço da vítima com força. Cecilia morreu por asfixia.

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Santoro foi condenado neste dia 21/6 por homicídio qualificado, por motivo torpe e ocultação de cadáver.

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É que, depois de matar Cecília, Santoro jogou o corpo no rio Lane Cove , em Sidney, cidade onde eles viviam.

Foto: Imagem de falco por Pixabay

O local onde o corpo foi jogado, amarrado a pesos para afundar, fica a cerca de 8 km da casa onde ela morava e onde foi morta.

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Depois de abandonar o corpo, Santoro foi para casa, trocou de roupa e largou o carro da vítima numa estação ferroviária

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Imagens de câmeras de monitoramento mostram o carro de Cecilia, dirigido por Mário

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Depois, ele caminha descalço com os pés molhados e deixa pegadas no chão.

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Em seguida, deixou o carro numa estação ferroviária. A polícia encontrou areia e vegetação no veículo.

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Os policiais recolheram objetos no porta-malas e havia marcas deixadas pelo assassino.

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A comparação com DNA de Mário não foi imediata porque ele tratou de fugir do país.

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O corpo de Cecilia foi encontrado duas horas depois da partida do ex-namorado.

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Mário desembarcou no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, em 29/4.

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Brasil e Austrália trabalharam em conjunto na investigação. E a justiça mandou prender Mário em 7/7/2021. Ele estava na casa de um amigo.

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Mário foi levado para o Complexo Penitenciário de Gericinó, conhecido como Bangu, na zona oeste do Rio

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O crime foi no dia 28/4/2018 e Cecilia tinha 38 anos. Ela era administradora de empresas.

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Segundo as investigações, Cecilia desistiu de denunciar o ex-namorado, que vinha lhe importunando, porque ele tinha visto de estudante e ela temia prejudicá-lo.

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Incomodada, Cecilia chegou a dizer ao ex-namorado que chamaria a polícia. Não foi possível.

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A necrópsia identificou lesões no corpo que indicam que ela tentou se defender do ataque.

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Durante julgamento no Tribunal do Júri, no Rio de Janeiro, Santoro chorou e disse que estava arrependido.

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Ele disse que, ao chegar ao Brasil, após o crime, procurou psiquiatras para tentar entender por que tomou essa atitude contra a ex-namorada.

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A família de Cecília disse que as lágrimas de Santoro eram falsas e que ele, na verdade, é um "monstro".

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A mãe e o irmão de Cecilia foram ao Tribunal de Júri para acompanhar o julgamento. A mãe tinha falado por whatsapp com a filha momentos antes do crime. Uma dor que nunca acabará

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