Principal alvo
O nome de Adilson Oliveira Coutinho Filho surgiu durante as investigações sobre a máfia do monopólio dos cigarros ilegais do Rio de Janeiro. Adilsinho, como é chamado, seria o chefe do esquema que já controla 45 dos 92 municípios do estado.
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Bicheiro
Além da máfia dos cigarros, ele é apontado como controlador de parte do jogo do bicho em Duque de Caxias, na baixada fluminense. Na contravenção, Adilsinho ainda é defensor da criação de uma “nova cúpula”.
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Sucesso no bicho
Parece que o bicho tem dado retorno ao suposto contraventor. Segundo a TV Globo, Adilsinho expandiu os negócios e chegou a tomar áreas da Zona Sul, Centro e Zona Norte da capital. Antes, as regiões eram controladas pelo bicheiro Bernardo Bello, que está foragido.
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Patrono do Salgueiro
Falando em jogo do bicho, é sabido que algumas escolas de samba ainda têm ligação direta com a contravenção. Mantendo a tradição, Adilsinho virou presidente de honra do Salgueiro, função que já pertenceu ao também bicheiro Miro Garcia.
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Dono de clube
Grande nome do bicho, Castor de Andrade teve um time para chamar de seu: o Bangu. Seguindo a receita, Adilsinho fundou o Clube Atlético Barra da Tijuca em 2010. O time chegou a disputar divisões do campeonato estadual e ele mesmo já atuou como jogador por lá.
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Poderoso chefão
Em 2021, no auge da pandemia, Adilsinho comemorou seus 51 anos no Copacabana Palace. O convite tinha a trilha do filme 'Poderoso Chefão'. Já na festa, os convidados curtiram os shows de Ludmilla, Gusttavo Lima, Alexandre Pires e Mumuzinho. A noite custou R$4 milhões, conforme apuração da Globo.
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Máfia dos cigarros
Mesmo com um grande currículo no crime, o nome de Adilsinho apareceu na mídia nos últimos dias por conta das investigações da Polícia Civil e Federal sobre o monopólio da venda de cigarro ilegal no Rio.
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Chefe do esquema
Segundo investigações do Gaeco, Adilsinho seria o ‘cabeça’ da quadrilha. O nome de Cláudio Coutinho de Oliveira também foi apontado como alvo da polícia. As conclusões vieram a partir das operações “Smoke Free”, de 2022, e “Fumus”, de 2021. Desde então, quase 70 mandados de prisão foram expedidos pela Justiça.
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