Quem são as verdadeiras heroínas da pátria do Brasil?

Livro oficial reúne mais de uma dezena de mulheres; conheça as histórias delas

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Heróis e heroínas nacionais

O Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria é oficial e tem 67 nomes, sendo 12 mulheres. A pediatra e sanitarista Zilda Arns foi incluída no seleto grupo recentemente pelo presidente Lula. Zilda fundou a Pastoral da Criança. Mas quem são as outras mulheres no grupo?

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Anita Garibaldi

Participou da Revolução Farroupilha e da Batalha dos Curitibanos no sul do Brasil, e da Batalha de Gianicolo, na Itália.

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Anna Nery

Primeira mulher inscrita no livro de Heróis e Heroínas da Pátria, foi a pioneira da enfermagem no Brasil e atuou como voluntária na Guerra do Paraguai.

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Antonia Alves Feitosa

Alistou-se como homem para atuar, como voluntária, na Guerra do Paraguai.

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Antonieta de Barros

Primeira mulher negra a assumir um mandato popular no Brasil, foi jornalista e filha de escravizada liberta.

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Bárbara Pereira de Alencar

Ajudou as tropas luso-brasileiras na Insurreição Pernambucana, que expulsou os holandeses do Nordeste.

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Clara Camarão

Liderou uma tropa feminina contra as invasões holandesas no Nordeste do Brasil no século XVII.

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Dandara dos Palmares

Foi conselheira e parceira de Zumbi de Palmares na luta pela libertação do quilombo e pelo fim da escravidão.

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Luísa Mahin

Luísa ajudou a articular as revoltas e levantes de escravos contra a Província da Bahia nas primeiras décadas do século XIX.

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Maria Filipa de Oliveira

Descendente de negros escravizados, tornou-se heroína negra da Independência do Brasil.

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Maria Quitéria de Jesus

Se passando por soldado, participou do batalhão de “Voluntários do Príncipe Dom Pedro” e das lutas na Bahia.

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Nise Magalhães da Silveira

Médica psiquiatra, Nise trocou os eletrochoques por arte e terapia ocupacional e mudou os rumos dos tratamentos psiquiátricos no Brasil.

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Sóror Joana Angélica de Jesus

Mártir da Independência do Brasil, foi morta ao tentar impedir que soldados invadissem o Convento de Nossa Senhora da Conceição da Lapa na Bahia.

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Zuzu Angel

Estilista com trabalhos no Brasil e EUA, Zuzu Angel tornou-se ativista política após o desaparecimento do filho Stuart, morto clandestinamente pela ditadura militar.

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