"Marte Um": 8 fatos do filme que pode dar Oscar ao Brasil

Longa traz garoto negro da periferia que deseja ser astrofísico

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Representatividade

Gabriel Martins, diretor de "Marte Um", é o primeiro cineasta negro a ter um filme representando o Brasil no Oscar. A produção vai disputar a categoria de Melhor Filme Estrangeiro em 2023.

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Ação afirmativa

A realização de "Marte Um" foi possível graças a um edital do extinto Ministério da Cultura para financiamento de longas de baixo orçamento feitos por realizadores negros.

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Pé na estrada

O longa tem sido divulgado na cara e na coragem no Brasil. Seu diretor tem viajado pelos estados de ônibus e até anunciou a estreia da produção em Contagem (MG), sua terra natal, por meio de um carro de som.

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Bagagem premiada

"Marte Um" chegará ao Oscar já com alguns prêmios. A produção foi reconhecida em festivais em São Francisco e Los Angeles, nos Estados Unidos. No Brasil, conquistou o Prêmio Especial do Júri do Festival de Gramado (RS), além de outros três.

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Sonhos não envelhecem…

Quando tinha 9 anos, Gabriel Martins revelou em um desenho o que seria quando crescesse: diretor de cinema.

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…e não têm limites

Nascido em uma família da periferia de Contagem, Deivinho (Cícero Lucas), protagonista do longa, sonha em ser astrofísico e participar de uma missão para Marte.

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Inspiração

Deivinho tem um quê de Gabriel Martins. Assim como o personagem, Gabriel jogava futebol na escola do Cruzeiro, usava óculos e tinha um jeitinho nerd.

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Filmes de amigos

Gabriel fundou a produtora Filmes de Plástico, responsável pela produção de "Marte Um", com dois amigos que conheceu aos 17 anos na Escola Livre de Cinema: André Novais e Thiago Macedo Corrêia. Ele conheceu o quarto sócio, Maurílio Martins, na faculdade, em 2009.

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