Conselhos
Dri Azevedo, uma pessoa trans não-binária que faz pesquisas e produz conteúdos acadêmicos e para redes sociais, recentemente listou uma série de dicas para professores acolherem estudantes trans.
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Pronomes
A primeira dica de Dri é, no começo do ano, perguntar os pronomes de cada estudante: ele, ela ou elu. Além de evitar erros, ajuda a discutir o tema em sala de aula.
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Seja um aliado
Quando um estudante denuncia violência, seja de colegas ou do corpo docente, é fundamental se posicionar e fazer o possível para que essa situação não se repita.
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Conhecimento
Incentive o processo de formação continuada na organização em que trabalha, de preferência convidando pessoas trans para palestrar.
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Saúde mental
O acolhimento tem que vir da organização e, se ela tiver profissionais de saúde mental, melhor ainda. Profissionais qualificados, como psicólogos e psicanalistas, podem fazer muita diferença na vida de estudantes trans.
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Referências
Leve para sala de aula referências, histórias e memórias trans. Elas existem, mas são frequentemente apagadas. Pesquise e compartilhe o conhecimento.
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Mais dicas
Para além das dicas de Dri, cabe avaliar termos e nomenclaturas. Por exemplo, ao usar o termo estudante no lugar de aluno/aluna elimina-se a flexão de gênero, tornando a conversa e o ambiente bem mais inclusiva.
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Faça
Criar novas narrativas para pessoas trans é importante. Em geral livros, filmes e séries trazem realidades negativas e sofrimento, então estimular estudantes a criarem textos e histórias positivas sobre pessoas trans promove o bem-estar.
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Liberdade
Muitas vezes, as famílias não permitem que estudantes trans vivam de acordo com sua identidade de gênero, por isso é fundamental que a escola seja o espaço onde isso pode acontecer. Respeite pronomes, vivências e expressões de gênero.
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Terra NÓS
Conteúdo de diversidade feito por gente diversa
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