Descanso merecido
Assim como os cães policiais e de resgate, o cão-guia também costuma se aposentar após anos de parceria com um tutor deficiente visual. A pausa é importante para ambos.
Foto: iStock
Idade
Em média, um cão-guia se aposenta com 8 anos de trabalho e 10 anos de idade. Levando em conta que as raças mais usadas para a função são as de grande porte como Labrador, Golden Retriever e Pastor Alemão, um cachorro de 10 anos tem, aproximadamente, 66 anos humanos.
Foto: iStock
Eficiência
Com 10 anos, o cão-guia pode começar a apresentar problemas típicos de velhice que afetam a audição, a visão, a força física e a velocidade. Por isso, a aposentadoria é necessária.
Foto: iStock
Saúde
Problemas precoces de saúde como displasia coxofemoral, cardiopatias, tumores malignos, disfunções renais, cognitivas, oculares e/ou auditivas ou eventuais acidentes podem antecipar a aposentadoria.
Foto: iStock
Transição gradativa
A aposentadoria não ocorre do dia para a noite. Todo o processo deve ser bem lento para evitar transtornos tanto para o tutor quanto para o cão-guia, já que a convivência é intensa e envolve afeto e rotina.
Foto: iStock
Cão de estimação
O cão-guia se “torna” um cão de estimação e não irá mais guiar seu tutor nem frequentar todos os lugares com ele. Muitos deficientes visuais decidem permanecer com o animal sem que ele precise trabalhar.
Foto: iStock
Alternativa
Depois que o cão guia aposenta, o tutor pode solicitar outro. Um novo cão-guia em casa, porém, representa novos cuidados e adequações na rotina. Caso não queira ficar com o cão-guia aposentado, é preciso procurar quem o adote ou levá-lo de volta à instituição em que ele foi treinado.
Foto: iStock
Rotinas diferentes
Caso o tutor opte por adotar o cão-guia aposentado e também decida solicitar um novo, é necessário manter rotinas diferentes para cada animal, além de fazer com que se acostumem um ao outro e convivam em harmonia.
Foto: iStock
Terra NÓS
Conteúdo de diversidade feito por gente diversa
Foto: iStock