10 personagens de novela que não sabemos como foram ao ar

Eles evidenciavam preconceitos e muita gente nem percebeu

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Alice de "Sol Nascente"

A novela, exibida em 2016, apresentou a relação entre famílias de imigrantes japoneses e italianos. O problema é que, no lado nipônico, a representante era Giovanna Antonelli em um caso de apagamento e racismo com pessoas amarelas.

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Tião de "América"

Novelas costumam mostrar muitos homens carregados de machismo, mas o personagem de Murilo Benício na trama rural conseguia ser ainda pior. Ele ignorava completamente as mulheres da trama e era obcecado com o tal boi bandido.

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Perséfone de "Amor à Vida"

A personagem de Fabiana Karla tinha como propósito discutir a gordofobia. O problema é que o autor Walcyr Carrasco passou a novela toda criando situações e textos gordofóbicos. Um terror!

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Pancrácio de "Etâ Mundo Bom!"

O mesmo Walcyr Carrasco criou na novela das 6 sequências onde o ator Marco Nanini fazia blackface, prática já amplamente debatida e sinalizada como racista.

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Jacira de "Novo Mundo"

Não bastasse uma atriz branca interpretando uma personagem indígena, Giullia Buscacio é portuguesa, nação conhecida pelo genocídio dos indígenas brasileiros.

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Miguel de "Sete Vidas"

O personagem de Domingos Montagner até se propunha a ser um homem mais sensível e emotivo, mas, na verdade, abusava psicologicamente das mulheres na trama.

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Alicinha de "Corpo Dourado"

Danielle Winits explodiu graças à personagem que estereotipava mulheres, em especial loiras, como burras e mero objetos sexuais.

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Luiza de "Em Família"

Muitos personagens da última novela de Manoel Carlos foram difíceis de defender, mas o papel de Bruna Marquezine foi um dos mais problemáticos: um estereótipo de mulheres que odeiam mulheres, incluindo sua própria mãe.

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Crô de "Fina Estampa"

O personagem de Marcelo Serrado foi um sucesso gigantesco, porém, já na época em que foi ao ar, sofreu crítica pelo estereótipo homofóbico de gay afeminado.

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Guta de "Pantanal"

Uma feminista que não conseguia apoiar a própria mãe vítima de abusos do pai. E não era uma reflexão, só um papel mal escrito interpretado por Julia Dalavia.

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