Quem é o inventor do spray que pode ganhar indenização milionária da Fifa
O brasileiro Heine Allemagne luta há anos pelo reconhecimento do produto
Foto: Reprodução/Site/Spuni
O que aconteceu?
O brasileiro Heine Allemagne tenta obter na Justiça o reconhecimento como inventor do spray usado pela Fifa. Nesta terça-feira, 14, o STJ condenou a entidade a indenizar ele e sua empresa -- a Spuni Comércio de Produtos Esportivos -- por má-fé e uso indevido do produto.
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Quem é Heine?
Heine nasceu em Ituiutaba, no Triângulo Mineiro. Em entrevista ao GE, ele afirmou que já trabalhou como entregador, vendedor de jornal e, atualmente, se considera publicitário.
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Implementou o spray
Heine também já foi proprietário da empresa de serigrafia Colly e atuou como diretor de marketing na indústria de aerossol Baston Ltda. Ele implementou o uso do spray em 210 países e, com isso, vivenciou bastidores do futebol pelo mundo.
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Como surgiu o spray
A ideia veio com a intenção de fazer com que as barreiras, estabelecidas em campo pelos árbitros, fossem respeitadas pelos jogadores. A criação surgiu em 2000, ano em que já foi testada pela CBF. Em 2003, o item se tornou obrigatório no Brasil.
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Do Brasil para o mundo
Desde 2009, o uso do spray é autorizado para todas as instituições do mundo. Segundo dados da empresa, a Fifa havia prometido comprar o projeto com patentes após a Copa de 2014, mas não o fez. Mesmo assim, o item seguiu sendo utilizado sem que seu criador fosse reconhecido.
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Indenização
A expectativa, segundo informações do Jogada10, é que Heini receba da Fifa cerca de US$ 40 milhões de dólares, que equivale a R$ 206,5 milhões. A decisão do STJ pela indenização foi unânime, com cinco votos.
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