Veja cinco moedas utilizadas no Brasil hoje sem ser o real
Há alternativas comunitárias que circulam no País e que são reconhecidas pelo Banco Central
Foto: Ricardo Prado/Estadão
Moedas comunitárias
A moeda comunitária é um mecanismo de economia solidária. Essas moedas são reconhecidas pelo Banco Central como complementares ao real. Elas valem o mesmo que o real, mas só podem ser utilizadas dentro do próprio município. Normalmente, quem utiliza a moeda comunitária recebe desconto em compras nos estabelecimentos credenciados.
Foto: Ilustração
Moqueio
O moqueio é a moeda oficial do banco comunitário Tupinambá, localizado na Ilha de Mosqueiro, a cerca de 60 km da região metropolitana de Belém, Pará. O câmbio é fixo de 1 real para 1 moqueio.
Foto: Filipe Bispo Santos do Vale/Divulgação
Sururu
O sururu é a moeda comunitária do quilombo Kaonge, na cidade de Cachoeira, na Bahia. O dinheiro é aceito em todas as 18 comunidades do Vale do Iguape. 1 sururu equivale a R$ 1.
Foto: Rafaela Araújo/Folhapress
Caatinga
Iniciativa do Fundo Nacional de Permanência na Terra (FUNPET), a moeda Caatinga circula nos municípios de Batalha, Jacaré dos Homens, Jaramataia e Major Isidoro, todos localizados no sertão de Alagoas.
Foto: Ilustração
Cocal
O cocal é a base da política de finanças de São João do Arraial, município a 146 km de Teresina, Piauí. A moeda dispõe de cédulas nos valores de C$ 0,50, C$ 1, C$ 2, C$ 5 e C$ 10.
Foto: Reprodução/Redes sociais
Tucumãs
Os moradores do bairro Morro da Liberdade, na Zona Sul de Manaus, também criaram uma moeda social. Em 2012, começou a circular na comunidade tucumã.
Foto: Divulgação
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