6 ações inusitadas que acabaram nos tribunais

Relembre alguns casos jurídicos bizarros que chegaram às mãos dos juízes

Foto: Divulgação/TRT-13

Tamanho do lanche

A rede de fast-food Burger King enfrenta uma ação judicial coletiva nos Estados Unidos, sob acusação de enganar os clientes. A ação contra a rede de lanches aponta que o Whopper parece ser 35% maior nos cardápios do que os vendidos no balcão. O juiz decidiu que a rede de fast food deverá se defender contra a alegação. Até o momento, não há data para o julgamento.

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Perseguida por um rato

A Justiça determinou o pagamento de R$ 40 mil de indenização por danos morais e materiais a uma mulher que foi perseguida por um rato na área de alimentação de um restaurante do MC Donald’s, no Rio de Janeiro, e acabou quebrando o tornozelo. Por causa da fratura, ela ficou mais de dois meses afastada do trabalho e resolveu processar a empresa. O caso ocorreu em 2017.

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Demitido por flatulência

Em São Paulo, também na Justiça do Trabalho, ocorreu em 2008 outro caso curioso: um empregado recebeu R$ 10 mil por danos morais depois de ser demitido por justa causa sob o argumento de flatulência durante a jornada de trabalho. Na decisão, o juiz considerou que a justa causa foi insubsistente, injusta e abusiva.

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Cobrança por despacho

A Justiça do Trabalho de Macapá condenou em 2007 uma proprietária de um frigorífico a pagar R$ 5 mil de indenização a um pai de santo que não recebeu pelos despachos feitos. O despacho do pai de santo não surtiu resultado, mas a juíza responsável pelo caso considerou que o serviço tinha sido feito de acordo com o solicitado.

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Juiz sem calça

Em 2007, o juiz Roy L. Pearson, da cidade de Washington (EUA), deixou duas calças na lavanderia Custom Cleaner, como costumava fazer. Ao receber as roupas lavadas, percebeu que uma delas havia extraviado. O juiz processou a empresa em US$ 67 milhões (cerca de R$ 331 mi).

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Alcoolismo

A Ambev teve de pagar R$ 100 mil de indenização a um degustador de cerveja por contribuir com sua dependência alcoólica. O homem entrou na Justiça em 2007 alegando que a sua função o obrigava a tomar entre 15 e 25 copos de cerveja diariamente, durante anos, tendo se tornado alcoólatra em função disso.

Foto: Agência Brasil

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