Os 5 casos mais marcantes do ‘Linha Direta’

Após 15 anos, o programa de 'true crime' reestreia na TV Globo em maio, com Pedro Bial; separamos os casos mais marcantes da história da atração.

Foto: Mais Novela

Sucesso na TV

O ‘Linha Direta’ foi sucesso na TV entre os anos de 1990 e 2007. O programa exibia casos de crimes reais que marcaram o Brasil. Além de entrevistas, os episódios reuniam simulações de cada história. (01/07)

Foto: Estadão Conteúdo

Bandido da Luz Vermelha

João Acácio Pereira da Costa ficou conhecido por esse nome em 1960, pois usava uma lanterna com essa cor para amedrontar as vítimas em São Paulo. Ele foi condenado a 351 anos de prisão pelos seguintes crimes: 77 assaltos, dois homicídios, dois latrocínios e mais de 100 estupros de mulheres. (02/07)

Foto: Reprodução/TV Globo

Crime da mala

O caso ocorreu no Porto de Santos, no litoral de São Paulo, em 1928. Um navio era carregado quando trabalhadores viram uma mala suja de sangue. A polícia foi chamada e descobriu dentro dela o corpo mutilado de uma mulher. Em menos de 24 horas, descobriu que o autor do crime era o marido da vítima. (03/07)

Foto: Dinheiro Rural

Césio 137

O programa também mostrou o acidente radiológico por contaminação pelo metal Césio 137, em Goiânia, em Goiás, em 1987. Dois catadores de papel encontraram em uma clínica abandonada uma bomba de Césio e acharam que era uma placa de chumbo. O dono de um ferro velho comprou a peça e se encantou com a cor luminosa azul do objeto. O material rodou a cidade, e ao menos 104 pessoas morreram. (04/07)

Foto: Mais Goiás

Máscara de chumbo

Em 1966, dois técnicos em eletrônica desembarcaram em Niterói, no Rio de Janeiro, levando uma grande quantia de cruzeiros, e foram encontrados mortos no dia seguinte. Sem marcas no corpo, eles tinham nas mãos máscaras de chumbo e um bilhete cifrado. O mistério não foi desvendado. (05/07)

Foto: RD1

Vampiro de Niterói

Marcelo Costa de Andrade, um maníaco que cometeu vários homicídios no Brasil na década de 1960. Ele bebia o sangue de suas vítimas depois de mortas. Preso em 1969, ele foi encaminhado ao Manicômio Judiciário de Franco da Rocha, em São Paulo, por ser considerado inimputável, já que era portador de encefalopatia. Em 1991, fugiu e nunca foi recapturado. (06/07)

Foto: Reprodução/TV Record

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Foto: Pipoca Moderna