Scarlett Johansson foi confirmada como protagonista de um novo filme ambientado no universo de "O Exorcista". A produção será dirigida e escrita por Mike Flanagan e não será remake nem sequência direta.
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O projeto marca nova tentativa da Universal e Blumhouse de revitalizar a franquia após o fracasso de "O Devoto". Flanagan declarou que trabalhar nessa mitologia é uma “grande honra” e promete surpreender o público.
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O filme original de 1973 é um marco do terror, indicado a 10 Oscars e inspiração pura para Mike Flanagan. Aliás, somente um nome de peso como o dele poderia atrair Scarlett para esse gênero do qual ela nunca se aproximou. Enquanto detalhes da nova trama seguem em sigilo, a atriz brilha nos cinemas com "Jurassic World: Recomeço".
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Flanagan adaptou Stephen King como poucos: "Jogo Perigoso" foi tratado como “infilmável”, e "Doutor Sono" agradou tanto aos fãs de "O Iluminado" quanto aos leitores de King. Ele também é conhecido por "O Espelho", "A Maldição da Mansão Bly", "A Missa da Meia-Noite" e "Queda da Casa de Usher". Também escreveu e dirigiu "Hush", "Ouija: Origem do Mal", "O Jogo de Gerald" e "Antes de Dormir".
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Mike Flanagan, portanto, se consolidou como um dos principais nomes do terror moderno, unindo atmosfera psicológica, dramas familiares e tensão constante sem depender de sustos fáceis. Um de seus sucessos no streaming é "A Maldição da Residência Hill". Veja a seguir outros grandes diretores do gênero!
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Sam Raimi (1959 - ) O diretor, produtor e roteirista Sam Raimi é reconhecido por seu estilo único que combina elementos de terror, ação e humor. Ele conquistou o público e a crítica com obras que se tornaram clássicos do cinema.
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O cineasta ganhou notoriedade inicialmente com a trilogia “Evil Dead” - “Uma Noite Alucinante”, no título em português” -, que marcou época nos anos 1980 por seu terror visceral e criatividade narrativa, consolidando-o como um nome de destaque nesse àmbito. Ele também dirigiu outras produções do gênero, como "O Grito".
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Ao longo de sua carreira, ele transitou entre diferentes temáticas, como nos filmes de super-heróis ao dirigir a trilogia do Homem-Aranha, lançada entre 2002 e 2007, mas sua ligação com o terror não se perdeu.
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F. W. Murnau (1888-1931) – Pioneiro do cinema expressionista alemão, é lembrado por clássicos como "Nosferatu", adaptação não autorizada de Drácula, que definiu muitos dos códigos visuais do terror no cinema.
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A habilidade de Murnau em usar sombras, luz e movimentos de câmera inovadores, algo presente também em "Fausto", elevou o gênero a um patamar artístico, influenciando gerações futuras de diretores.
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James Whale (1889-1957) – Diretor britânico naturalizado americano que imortalizou monstros clássicos do cinema em filmes como "Frankenstein" e "O Homem Invisível".
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Sua combinação de atmosfera gótica, narrativa dramática e elementos de humor sutil fez dele uma figura central na era de ouro do terror nos estúdios Universal.
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Tod Browning (1880-1962) - Americano ficou conhecido por explorar o macabro e o grotesco, destacando-se com "Drácula" e "Monstros". Seus filmes misturam horror e humanidade marginalizada, criando narrativas perturbadoras que desafiam os limites do gosto e da moral da época.
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Alfred Hitchcock (1899-1980) - O “mestre do suspense” transformou o terror psicológico em arte com obras como "Psicose" e "Os Pássaros". Sua habilidade em gerar tensão, explorar os medos humanos e criar atmosferas carregadas de suspense fez dele uma referência eterna, influenciando gerações de cineastas de terror e suspense ao redor do mundo.
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Tobe Hooper (1943-2017) - Diretor americano que marcou o cinema de horror com "O Massacre da Serra Elétrica", criando um dos vilões mais icônicos da história do gênero, Leatherface. Seu estilo cru e visceral, visto também em filmes como "Poltergeist", aliado a uma atmosfera opressiva, redefiniu os limites do subgênero de terror chamado slasher.
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Wes Craven (1939-2015) - Celebrado por ter reinventado o terror ao longo de décadas, com obras como "A Hora do Pesadelo" e "Pânico", criando os icônicos vilões Freddy Krueger e Ghostface.
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Mestre em explorar o medo psicológico e subverter expectativas, Craven combinou horror, suspense e humor macabro de maneira única.
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John Carpenter – Nascido em 1948, é um dos nomes mais influentes do terror e da ficção científica, conhecido por filmes como "O Enigma de Outro Mundo" e "Halloween".
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Com trilhas sonoras próprias e uma estética minimalista, Carpenter transformou o suspense em experiências visuais e auditivas icônicas.
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David Cronenberg – Nascido em 1943, o canadense é sinônimo de terror corporal, abordando transformações físicas e psicológicas extremas em filmes como "A Mosca" e "Videodrome".
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O trabalho de Cronenberg é marcado por uma exploração provocativa do medo ligado à tecnologia, à carne e à mente humana.
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Brian De Palma – Americano de origem italiana nascido em 1940, é conhecido por reinventar o suspense e o terror psicológico com influências do cinema hitchcockiano, em filmes como "Carrie, a Estranha", "Dublê de Corpo" e "Almas Gêmeas. Sua técnica inclui movimentos de câmera audaciosos, tensão crescente e temas de voyeurismo.
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Guillermo del Toro – O cineasta mexicano nascido em 1964 combinou fantasia, horror e narrativa épica em obras como "O Labirinto do Fauno" e "O Beco do Pesadelo". Suas histórias misturam monstros e humanidade, criando mundos sombrios visualmente deslumbrantes e emocionalmente ressonantes.
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James Wan – Nascido em 1977, o cineasta australiano é um mestre do terror contemporâneo, responsável por franquias como "Jogos Mortais" e "Invocação do Mal". A direção de Wan combina sustos precisos, atmosfera tensa e narrativa visual envolvente, influenciando o terror moderno mundial.
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Jordan Peele – O diretor nova iorquino nascido em 1979 revolucionou o terror com "Corra!", "Nós" e "Não! Não Olhe!", misturando horror com crítica social.
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A abordagem psicológica e cultural do medo transformou Peele em um dos diretores mais inovadores da nova geração.
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M. Night Shyamalan – Nascido na Índia, é conhecido por "O Sexto Sentido" e "Sinais". O diretor explora suspense e terror psicológico com reviravoltas surpreendentes. Sua assinatura narrativa combina mistério, emoção e tensão, mantendo o espectador constantemente alerta.
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Leigh Janiak – A diretora americana emergiu como uma voz inovadora no terror contemporâneo, dirigindo a trilogia "Rua do Medo". Suas obras misturam elementos de terror adolescente, nostalgia dos anos 1990 e suspense intenso, conquistando um público jovem e fiel.
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