Gilberto Gil, o novo imortal da Academia Brasileira de Letras

A cadeira número 20 da Academia Brasileira de Letras foi ocupada nesta sexta-feira, 8, pelo cantor, compositor e escritor

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Eleição na ABL

Gilberto Gil foi eleito com 21 dos 34 votos dos acadêmicos, em novembro de 2021. (01/08)

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Discurso de posse

"Poucas vezes na nossa história republicana o escritor, o artista, o produtor de cultura, foram tão hostilizados e depreciados como agora", afirmou Gil durante a solenidade. (02/08)

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Combate ao racismo

Em sua fala, Gil defendeu uma escrita antirracista e menos elitista, citou escritores brasileiros como o cearense José de Alencar e o carioca Antonio Candido. (03/08)

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Lembrou origem

"Sou filho de uma professora primária e um médico. A eles devo o meu amor às letras e à música. A imagem dos meus pais está comigo nessa noite", disse emocionado. (04/08)

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A obra de Gil

Nascido em Salvador no dia 26 de junho de 1942, ele foi um dos representantes do movimento Tropicália, que efervesceu a música brasileira em meados da década de 1960. (05/08)

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Trajetória musical

São ao menos 60 discos e cerca de 4 milhões de cópias vendidas. O artista não tem livro publicado, no entanto, teve 400 de suas músicas reunidas na obra 'Todas as Letras'. (06/08)

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Cadeira Nº 20

Antes, a cadeira de nº 20 era ocupada pelo jornalista e advogado Murilo Melo Filho, que morreu em maio de 2020. Já passaram por ela: Múcio Leão, Emílio de Meneses, Humberto de Campos e Aurélio de Lyra Tavares. (07/08)

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