Léa Garcia foi estrela da Globo e finalista em Cannes, relembre a carreira da atriz

Artista morreu nesta terça-feira, 15, em Gramado, no Rio Grande do Sul

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Luto

Morreu nesta terça-feira, 15, Léa Garcia aos 90 anos. A atriz seria homenageada no Festival de Cinema de Gramado hoje. Pensando nisso, relembre sua vida e obra. (01/09)

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Origem

Nascida em 1933, no Rio de Janeiro, Léa não pretendia ser atriz. Adulta, cursou Letras e optou pela carreira cênica após conhecer o dramaturgo Abdias Nascimento. (02/09)

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O início

Léa atuou pela primeira vez na peça Rapsódia Negra (1952), de Abdias, no Teatro Experimental do Negro. A partir daí, a paixão pelas artes guiou seu caminho. (03/09)

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Estreia na TV

Léa chegou na TV na década de 50. Ela, inclusive, participou do primeiro programa a cores, o Meu Primeiro Baile, Caso Especial. Depois, mais convites para atuar surgiram. (04/09)

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Nasce uma estrela

Trabalhando em teatro, TV e cinema, Léa Garcia consolidou-se ao viver Rosa em Escrava Isaura. O papel lhe abriu portas e, segundo a própria, era seu “cartão de visita”. (05/09)

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Internacional

Com o papel de Mira em Orfeu Negra ela foi indicada ao Festival de Cannes. Na época, não conquistou a Palma de Ouro, ficando em segundo lugar na disputa. (06/09)

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Plim-plim

Na Globo, atuou em Os Ossos do Barão (1973), de Jorge Andrade; Selva de Pedra (1972) e Fogo Sobre Terra (1974), ambas tramas escritas pela lendária Janete Clair. (07/09)

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Últimos trabalhos

Entre os últimos projetos da atriz estão: Êta Mundo Bom! (2016), de Walcyr Carrasco, Sol Nascente (2016), de Walther Negrão e Mister Brau (2017), de Jorge Furtado. (08/09)

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