Em nova série, Will Smith visita laboratório brasileiro na Antártica, um dos mais remotos do mundo

Quatro anos depois do episódio do tapa e na “geladeira” de grandes produções de Hollywood, o ator Will Smith segue buscando novos caminhos.

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O astro de “MIB: Homens de Preto” e “Eu Sou a Lenda” participou da série documental “De Polo a Polo”, da National Geographic.

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Ao longo de sete episódios, o ator percorre regiões extremas do planeta, incluindo uma visita à Antártica e passagens pela Floresta Amazônica.

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A estreia aconteceu no dia 19 de janeiro. Os episódios estão disponíveis no Disney+.

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Na Antártica, o artista conheceu uma base científica brasileira de destaque internacional, o laboratório Criosfera 1.

Foto: Montagem/Reprodução/Instagram

Desenvolvido pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), o local fica instalado a cerca de 600 km do Polo Sul geográfico.

Foto: Arquivo Pessoal/Heitor Evangelista

Considerada a plataforma científica mais remota do Brasil, a estrutura também aparece como símbolo da presença brasileira na ciência polar.

Foto: Arquivo Pessoal

O ator também se encontrou com o professor Heitor Evangelista, coordenador do Laboratório de Radioecologia e Mudanças Globais (Laramg) da Uerj.

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Ele explicou que o Criosfera 1 funciona exclusivamente com energia solar e eólica e está entre as raras instalações totalmente automatizadas no interior da Antártica.

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O laboratório foi inaugurado em 2012 e coleta dados que vão da meteorologia à medição de raios cósmicos.

Foto: Arquivo Pessoal/Heitor Evangelista

A passagem de Will Smith pela base ocorreu no verão antártico de 2022.

Foto: Arquivo Pessoal

Diversas instituições participam das pesquisas no Criosfera 1, entre elas a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a Universidade Federal do Paraná (UFPR), e a Universidade de São Paulo (USP).

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Recentemente, em dezembro de 2025, o laboratório alcançou um feito histórico: se tornou a primeira expedição científica totalmente neutra em carbono.

Foto: Flickr - Marinha do Brasil

A iniciativa representou um avanço significativo para o Programa Antártico Brasileiro e ampliou o reconhecimento internacional da pesquisa nacional.

Foto: Divulgação/Laramg-Uerj

Inúmeros órgãos apoiam o projeto, como o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), entre outros.

Foto: Flickr - Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações

Ao longo dos episódios, o documentário passa ainda pela Floresta Amazônica, pelas montanhas do Himalaia e por desertos africanos.

Foto: Divulgação/National Geographic Brasil

Em cada cenário, Will Smith acompanha estudos científicos, conversa com pesquisadores e interage com comunidades que vivem em ambientes extremos.

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