O que é?
Segundo o Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP, um terremoto é o movimento brusco e repentino do terreno causado pela ruptura de uma rocha.
Foto: Hector Porter/Business Insider Mexico/Storyful
Placas tectônicas
Estas grandes rochas abaixo da superfície da Terra, também chamadas de placas tectônicas, estão em constante movimento. Juntas, elas formam uma grande colcha de retalhos por todo o globo terrestre.
Foto: Wikimedia Commons
Movimento circular
Elas se movimentam porque o magma, uma grande massa quente que fica no interior do planeta, faz movimentos circulares e acaba empurrando as placas umas contra as outras, como boias na superfície do mar.
Foto: PBS Digital Studios/giphy
Choque constante
Em alguns pontos, essas rochas se chocam, enquanto, em outros, elas se separam. Esse processo leva milhares de anos e ocorre a centenas de metros de profundidade. Portanto, normalmente não é sentido por nós.
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Liberação de pressão
Mas, quando algumas placas que estão “encavaladas” deslizam umas sobre as outras de maneira muito rápida, elas liberam uma pressão que se converte nos conhecidos abalos sísmicos.
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Escala Richter
Para medir o quão forte é um abalo sísmico, usamos uma escala que mede o tamanho dos impactos: a Escala Richter. Ela foi desenvolvida por Charles Francis Richter e Beno Gutenberg, do Instituto de Tecnologia da Califórnia.
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Escala Richter em ação
Ela varia de 1 a 9, medindo desde tremores apenas captados por sismógrafos até a destruição total de cidades, com ondulações visíveis ao olho nu.
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Ufa!
O Brasil está em cima de uma única placa tectônica, a Sul Americana. Por isso, é raro sentirmos tremores de alta magnitude por aqui.
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