Tswaing (África do Sul)
Em Gauteng, esta cratera (de 1,4 km de extensão) fica ao final de uma trilha, rodeada pela área de preservação sul-africana.
Foto: Ditsong Museums of South Africa
Serra da Cangalha (Brasil)
Uma das mais famosas e maiores crateras brasileiras está em Campos Lindos, ao norte de Tocantins, com 12 km de diâmetro.
Foto: Wikimedia
Wolfe Creek (Austrália)
A conservada cratera australiana de Wolfe Creek foi formada há “só” 100 mil anos. O meteoro que a originou tinha cerca de 15 metros de extensão.
Foto: Australia's North West
Pingualuit (Canadá)
Localizada no Parque Nacional de Pingualuit, em Quebec, a cratera tem 3,4 km de diâmetro e foi formada há mais de 1,4 milhão de anos.
Foto: MyBestPlace
Barringer (EUA)
Criada a partir da queda de um meteoro de 300 mil toneladas, a cratera é relativamente nova (em termos geológicos), com 50 mil anos.
Foto: Times of India
Gosses Bluff (Austrália)
Mais uma australiana: o núcleo é visível até hoje, mesmo que os 22 km originais da cratera tenham sido cobertos nos últimos 142 milhões de anos.
Foto: Wikimedia
Roter Kamm (Namíbia)
A cratera de 2,5 km com 130 metros de profundidade encontra-se revestida de areia dentro de uma região de mineração, na Namíbia.
Foto: Wondermondo
Tenoumer (Mauritânia)
Quem tiver coragem de desbravar o deserto do Saara encontrará esta cratera em “perfeito” estado com 1,9 km de diâmetro, na Mauritânia.
Foto: Wikimedia
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Foto: Wikimedia