Plataforma
O Google afirma que 460 milhões de pessoas em todo o mundo podem acessar a plataforma Flood Hub para saber os riscos por perto.
Foto: Poder360
Como funciona
O Flood Hub usa dados de previsões do tempo e imagens de satélite. Aliadas ao modelo hidrográfico da região, as informações apontam quanto de água flui em um rio e o modelo de inundação, prevendo as áreas afetadas.
Foto: Flood Hub/Google
O papel da IA
A inteligência artificial da ferramenta tem uma função essencial: analisar fontes de dados públicos, como imagens de satélite, medidores de nível de água e leituras de estações meteorológicas.
Foto: Startups
Mapa
O Google Flood Hub pode fornecer mapas interativos que mostram áreas propensas a alagamentos em certas localizações. Você pode explorar esses mapas para entender melhor as áreas de risco e as zonas de inundação.
Foto: Flood Hub/Google
Regiões
Algumas regiões com altas porcentagens de populações vulneráveis ao risco de inundação, como Vietnã, Laos, Camboja e Mianmar, agora estão na lista de lugares “cobertos” pelo Flood Hub.
Foto: Tecnoblog
Como usar
Para usar, acesse o site Flood Hub, em sites.research.google/floods. Você pode dar zoom no mapa ou digitar o nome do local para ver se há cobertura do Google. Ao lado, haverá aviso sobre o nível de perigo de enchente.
Foto: FloodHub
Mudanças climáticas
As alterações no clima causadas pela “ação humana” podem fazer com que as inundações se tornem maiores e mais frequentes do que costumavam ser. O dado vem da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos.
Foto: Garagem 360
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Foto: Flood Hub/Google